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Publicações» Almanaque Brasil Socioambiental Almanaque Brasil Socioambiental quarta-feira, 03 de Abril de Versão para impressão. Search. You are here. Home» Almanaque Brasil Socioambiental Almanaque Brasil Download. outras publicações. Áreas Protegidas. almanaque brasil socioambiental sjlfreehosting.info EQUILÍBRIO de aPRESENTAÇÃO O Almanaque Brasil Socioambiental , segunda edição A China decidiu baixar suas taxas de crescimento econômico também para.

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Local: Banca do Largo em frente ao Teatro Amazonas. O mesmo acontece com as instalações das empresas contratadas pela Bayer, com inspeções periódicas, acompanhamento de suas atividades, treinamentos e orientações sobre os riscos presentes no local. Oficina de Cartografia no Cepi. Tal processo de globalizao financeira tem por mecanismo bsico a dvida externa. Seu controle constitui o elemento estruturador das sociedades criadas na colonizao europia do novo Mundo: uma das periferias geradas na formao da economia do mundo capitalista. Essa perda afeta gravemente os servios naturais ciclos e processos responsveis pelo equilbrio da natureza , como As grandes massas de terras. Como todos esses processos so dinmicos, o Almanaque Brasil Socioambiental dever ser periodicamente atualizado.

Search. You are here. Home» Almanaque Brasil Socioambiental Almanaque Brasil Download. outras publicações. Áreas Protegidas. almanaque brasil socioambiental sjlfreehosting.info EQUILÍBRIO de aPRESENTAÇÃO O Almanaque Brasil Socioambiental , segunda edição A China decidiu baixar suas taxas de crescimento econômico também para. Sinopse. O 'Almanaque Brasil Socioambiental ' é uma contribuição à reflexão e ao debate sobre o futuro da vida no Brasil e no mundo. A iniciativa adquire. Mais publicações, para download gratuito e compra, estão disponíveis na Loja Virtual do ISA Almanaque Brasil Socioambiental DOSSIÊ UNIVERSO JOVEM 3. DOSSIÊ brasileiro, a MTV esquadrinha o Brasil, desde , com o Dossiê. Universo Jovem. .. Ouvir no ipod/mp3. 73% Fonte: Almanaque Brasil Socioambiental - Dados Com isso, a.

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Nessa perspectiva como uma pedagogia cultural da paisagem contemporânea, a estruturar posições de sujeito ao longo do percurso escolar. Num segundo aspecto tomar as relações de gênero como disputa de representações acerca de masculinidade e feminilidade com uma história em todas as sociedades humanas. CRH, Salvador, 17 : , El concepto de género. História da Virilidade. Petrópolis, Vozes, volumes 1, 2 e 3. Pagu [online]. A tecnologia do gênero. Tendências e impasses: o feminismo como crítica da cultura.

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How students learn: history, math and science in the classroom. Also in a history only version, How students learn: history in the classroom. Desenvolvimento cognitivo: seus fundamentos sociais e culturais.

Sob o signo da memória. Braga, Universidade do Minho. Ementa: Conceito de etnia. Movimentos negros e movimentos indígenas no Brasil. Conceitos de diferença, diversidade e desigualdade. Conceitos de colonialidade e interculturalidade. A Lei no. O local da cultura. Cartas a Guiné-Bissau. Registros de uma experiência em progresso.

Estrutura social, mobilidade e raça. Superando o racismo na escola. Curitiba: Appris, In Estudos Históricos, n. Ensino de História e culturas afro-brasileiras e indígenas.

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Rio de Janeiro: Pallas, O mito ariano: ensaio sobre as fontes do racismo e dos nacionalismos. Epistemologias do Sul. Para , a Unicamp ofereceu novamente 15 vagas.

As aulas do Profhistoria Unicamp concentram-se às segundas e terças-feiras. Docentes do Profhistoria Unicamp. HUNT, L. O futuro do Planeta depende do urgente restabelecimento do equilbrio entre crescimento da economia, reduo das desigualdades sociais e preservao do meio ambiente. O Brasil apresenta-se como candidato a uma grande nao desenvolvida, mas vem pagando uma conta alta, como evidenciam as fotografias areas de nossas florestas e demais biomas ameaados.

O Grupo AES no Brasil tem enfrentado esse desafio investindo em programas de manejo de flora e manejo pesqueiro, projetos de reciclagem, metas de reduo de emisses de gases poluentes e insumos diversos, regularizao de ligaes eltricas, eficincia energtica e projetos de pesquisa e desenvolvimento ligados ao meio ambiente.

Essas aes esto descritas nos relatrios de sustentabilidade das geradoras e distribuidoras de energia eltrica do Grupo. J o conceito de desenvolvimento sustentvel est cada vez mais em pauta na sociedade e tambm disseminado nas empresas do Grupo AES no Brasil. Acreditamos que esse conhecimento, aliado a um conjunto de aes concretas realizadas por todos os nossos funcionrios, poder provocar as mudanas necessrias para o equilbrio entre as necessidades imediatas de nossos pblicos de relacionamento funcionrios, meio ambiente, clientes, fornecedores, comunidades, governo, acionistas, entre outros , sem comprometer as necessidades das futuras geraes.

Por essa razo, as empresas do Grupo AES no Brasil renovam sua parceria com o Instituto Socioambiental ISA para viabilizar a reedio atualizada do Almanaque Brasil Socioambiental e, assim, disseminar esse conhecimento e estimular a construo de um relacionamento mais saudvel com o nosso Planeta.

Britaldo PEdrosa soarEs. A publicao contou com a participao de especialistas das mais diversas reas, que colaboraram voluntariamente como autores ou consultores dos textos e das imagens. O ISA agradece a tod s.

Padua; Teresa Urban; Vanderley M. Sociodiversidade e biodiversidade definem o Brasil em um mundo em acelerado processo de globalizao. Mas o desenvolvimento predatrio e socialmente excludente dilapida o patrimnio, corri a identidade e agrava a crise brasileira.

O futuro pede como passaporte uma nova sntese: a sustentabilidade socioambiental. Todos os textos foram escritos ou validados por profissionais ligados aos temas abordados. Entenda os verbetes Todos os verbetes so acompanhados das sees Saiba Mais com indicaes bibliogrficas ou sites sobre o tema e veja tambm indicando outros verbetes ou sees do Almanaque relacionadas ao tema.

As indicaes entre parnteses no meio do texto indicam outros verbetes ou sees do Almanaque relacionados ao trecho especfico em que aparecem. ZooM Esta seo, presente em vrios verbetes, traz um recorte ou um caso emblemtico relacionado ao tema abordado. O ZOOM vermelho quando um caso negativo, amarelo quando uma situao que precisa de ateno e verde quando um exemplo positivo.

Procura por assunto Os temas abordados neste Almanaque podem ser encontrados no Sumrio pg. O Diretrio pg. Licena Para democratizar ainda mais a difuso dos contedos publicados no Almanaque Brasil Socioambiental, os textos da publicao esto sob a licena Creative Commons www. Na prtica, essa licena libera os textos para reproduo e utilizao em obras derivadas sem autorizao prvia do editor no caso o ISA , mas com alguns critrios: apenas em casos em que o fim no seja comercial, citada a fonte original inclusive o autor do texto e, no caso de obras derivadas, a obrigatoriedade de licenci-las tambm em Creative Commons.

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Desde os ecossistemas mais simples, passando por biomas, chegando a estruturas climticas regionais e globais, influenciadas, por sua vez, por foras csmicas. O aquecimento causado pela industrializao ou o desmatamento em uma rea do Planeta contribui para alteraes no clima at mesmo em regies distantes. A conscincia desses fatos avanou nos ltimos anos, como indicam algumas polticas pblicas ambientais nascidas da presso da sociedade em todo o mundo.

Por outro lado, a regra geral continua sendo a dos modelos insustentveis de desenvolvimento que desconsideram a finitude dos recursos naturais. O Almanaque Brasil Socioambiental apresenta sob o tema Ambientes informaes sobre as vrias dimenses que afetam a vida do Planeta, desde a formao do Universo, da Terra, at detalhar os biomas presentes no territrio brasileiro Amaznia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlntica, Pampa, Pantanal e Zona Costeira.

Universo, pg. Assim, a origem do Universo, seu tamanho, os corpos celestes e, principalmente, a possibilidade de vida em outros planetas - como a conhecemos na Terra ou de outras formas - sempre despertaram a curiosidade do homem, que, desde os tempos pr-histricos, em qualquer cultura, elaborou teorias e mitos sobre ele. A cincia de hoje explica vrios fenmenos, como, por exemplo, como as estrelas nascem ou como o movimento dos planetas no nosso Sistema Solar, mas ainda permanecem muitas lacunas.

Apesar de mito e cincia serem 24 concepes diferentes, ambos representam os esforos do homem em desvendar os mistrios do Universo e da vida. Por isso, devem ser compreendidos dentro do contexto cultural onde foram criados e no comparados como o falso e o verdadeiro.

Os mitos de criao do homem, do universo, da natureza , por exemplo, so retratos importantes sobre a maneira como uma sociedade percebe e organiza a realidade sua volta. E a Cincia tambm uma forma de organizar essa realidade, mas no a nica. Hoje em dia, a teoria de criao do Universo mais aceita pela Cincia o Big Bang, segundo a qual, h cerca de 14 bilhes de anos, houve uma grande exploso, que concentrava toda a matria existente na parte do Universo que.

A partir da exploso gerada pela enorme concentrao de energia, essa matria se espalhou, criando incontveis galxias, que continuam se afastando umas das outras na medida em que o Universo se expande. As galxias so conjuntos de estrelas, planetas, poeiras, gases e nebulosas que se mantm agrupados pela gravidade dos corpos celestes e podem ter diversas formas: elpticas, espirais e irregulares. A partir de , mapas do Universo mostraram que essas galxias no esto organizadas de maneira aleatria, e sim em estruturas complexas, em torno de bolhas chamadas vazios csmicos partes do Universo sem concentrao de matria.

Esses mapas so construdos a partir da posio das galxias no Universo, situadas a distncias que chegam a bilhes de anos-luz da Terra. A Via Lctea a galxia onde vivemos, cuja forma uma espiral. Uma das bilhes de estrelas desse aglomerado as mais velhas esto no centro - o nosso Sol, em torno do qual giram diversos satlites, asterides, cometas, meteorides, poeira e planetas, entre eles a Terra.

Esse conjunto forma o nosso Sistema Solar SS. Estuda as origens, a evoluo e os aspectos fsicos e qumicos dos objetos que podem ser observados no espao, assim como todos os processos que envolvem esses corpos celestes.

M Cosmologia estudo da estrutura fsica e da histria do Universo ao longo de sua existncia. Em particular, trata de assuntos relativos sua origem, expanso e tamanho. M Cosmogonia tambm estuda a origem do Universo, mas sob o ponto de vista filosfico, que busca um sentido para sua existncia.

Mitos de criao do Universo, como nas religies, so exemplos de Cosmogonia. Ano-luz a unidade de comprimento utilizada para marcar distncias no espao csmico, seja entre as estrelas de uma mesma galxia ou entre galxias diferentes, e corresponde ao espao percorrido por um raio de luz em 1 ano. Como a velocidade da luz a mais rpida que conhecemos, o ano-luz muito grande para ser aplicado como medida na Terra. Para se ter uma idia dessa grandeza, imagine um carro viajando a mil quilmetros por segundo velocidade da luz durante um ano, sem parar: o trajeto percorrido ser o equivalente a um ano-luz, ou aproximadamente 9.

Planeta Terra, nossos rgos, ossos e todos os outros elementos que fazem parte do corpo humano como o carbono, o nitrognio e o oxignio , so os restos mortais de estrelas que existiram h 5 bilhes de anos, antes da formao do nosso Sistema Solar. M Os mais antigos registros astronmicos datam de aproximadamente a. O estudo dos astros serviam, entre outras coisas, para medir o tempo para, por exemplo, prever a melhor poca de colheita.

Classicamente, a Biosfera considerada o conjunto de todos os ecossistemas da Terra. Porm, as condies para a emergncia da vida dependem das vizinhanas astronmicas da Terra, da situao do Sol dentro da Galxia e da prpria natureza do Universo. A Bioesfera teria, portanto, uma escala csmica e no apenas terrestre. A conexo entre ecologia e cosmologia magnificamente expressa pelo astrnomo britnico Martin Rees: a cosmologia a maior das cincias ambientais.

As condies fsicas do nosso Universo o tornam hospitaleiro para a vida. Dentro de um Multiverso com vrios possveis universos, o nosso Universo um universo bifilo, que permite a emergncia de nveis de complexidade altos o suficiente para que a vida surja.

Em um outro universo no teramos essa sorte. Um modo de se situar a origem da vida na evoluo cosmolgica observar a tendncia de temperatura decrescente de um cosmos em expanso. O Universo muito jovem estava preenchido com um campo de radiao de temperatura muito alta. Em cerca de segundos depois do Big Bang, o Universo se resfriou o suficiente para que matria e antimatria se aniquilassem, convertendo massa em energia, deixando um pequeno excesso uma parte em um bilho de matria.

Essa matria, embora um componente minoritrio no Universo na radiao de fundo csmica, h dois bilhes de ftons para cada tomo , permitiu que prtons, ncleos, tomos e ns aparecssemos. Em segundos do Big Bang, o contedo trmico do Universo reduziu-se o suficiente para que os quarks se juntassem em trincas, formando os familiares prtons e os nutrons, que constituem o componente pesado da matria visvel do Universo at hoje.

Quando o Universo tinha entre 1 e segundos de idade, sua temperatura j era baixa o suficiente para que a fora nuclear ligasse os prtons e nutrons nos primeiro ncleos, produzindo, alm do hidrognio, que apenas um prton, o deutrio, o hlio e o ltio. Essa etapa um pouco inspida, pois ainda no h nenhum carbono ou oxignio. Passaram-se A matria se mantinha em equilbrio com o mar de ftons que preenchia o Universo.

Surge mais um nvel de estrutura: os tomos. Finalmente, h uns poucos milhes de anos do Big Bang, a temperatura cai o suficiente para que se formem as primeiras molculas de hidrognio H2. Porm, como ainda no h carbono, nitrognio e oxignio, nessas nuvens moleculares primitivas no h molculas de interesse biolgico, no h gua. O Universo continua a se expandir e a se resfriar. Quando a temperatura das nuvens moleculares cai ainda mais, entra em jogo a fora mais fraca do Universo: a fora gravitacional.

As nuvens moleculares colapsam sob a ao da gravidade e do origem s primeiras estrelas. Este evento torna o Universo muito mais interessante. O perodo anterior conhecido como idade das trevas, pois nada brilha no Universo. Agora brilham as estrelas, com importantssimas conseqncias. Em primeiro lugar, as estrelas formadas reionizam o Universo, tornando-o relativamente transparente.

Tambm as abundncias csmicas favorecem a existncia da gua. H2O a combinao dos dois mais abundantes elementos quimicamente ativos do Universo. Encontramos gua em toda parte. Porm, gua lquida muito menos comum, pois ocorre em uma estreita faixa de temperaturas.

Alm disso, exige altas presses, pois abaixo de uma presso crtica, h transio de fase direta do slido para o gasoso e vice-versa. E, finalmente, e mais excitante, elas produzem os elementos pesados alm do hlio e ltio. As estrelas inicialmente queimam hidrognio em hlio no seu interior, repetindo um processo que j havia acontecido no Big Bang.

Aps algum tempo, o hidrognio se esgota no centro estelar, cessa a queima termonuclear e resta um ncleo estelar de hlio. O ncleo se comprime, atinge presses e temperaturas altssimas, at que se dispara a queima do hlio. Cada trs ncleos de hlio se fundem em um de carbono.

O aparecimento do carbono um salto sem precedentes na evoluo da complexidade, pois ele permite uma qumica complexa. Dentro das estrelas so posteriormente produzidos os demais elementos da tabela peridica. Os primeiros elementos sintetizados so carbono, oxignio e nitrognio. Outros elementos, em especial o ferro, so produzidos nas geraes estelares seguintes.

A vida terrestre constituda por H, O, C e n, os primeiro, terceiro, quarto e quinto elementos mais abundantes do Universo o segundo elemento o quimicamente inerte He e os primeiros a surgirem. Assim, a vida na Terra representativa da qumica do Universo. Por uma coincidncia csmica, a gua formada no Universo, quando as temperaturas so suficientemente baixas para que ela exista no estado lquido. Planetas surgem nessa etapa da evoluo csmica fornecendo os ambientes propcios para a gua lquida.

Tais ambientes no se restringem s atmosferas e superfcies planetrias, mas podem ser tambm subterrneos. Os limites de temperatura para que a gua exista em estado lquido na superfcie terrestre situam-se entre 0o C e C, mas sob alta presso, o ponto de ebulio pode chegar a C.

Tal fato, em vista da evoluo geral de universo quente para um universo frio, pode sugerir uma origem de alta temperatura para a vida. De fato, nas origens da vida na Terra, h um predomnio dos hipertermfilos organismos com mxima temperatura para o crescimento prxima ou acima de C. Esse limite para o domnio da vida das primitivas Archaea igual ou maior a C, para as Bacteria, 95 C e, para os evoludos Eukarya dos quais fazemos parte , 60 C.

Pode-se suspeitar que, tambm em um contexto csmico, os locais mais provveis para o aparecimento da vida estejam mais prximos do Inferno de Dante do que do Paraso do Gnesis. Os planetas so astros bem menores do que o Sol essa estrela mais de cem vezes maior do que a Terra, por exemplo. Em ordem crescente de distncia do centro do Sistema Solar, os oito planetas se distribuem da seguinte forma: Mercrio, Vnus, Terra, Marte, jpiter, Saturno, Urano e netuno.

O maior deles jpiter aproximadamente 11 vezes maior que a Terra. VeJa tambm Planeta Terra pg. Um verdadeiro planeta teria eliminado todos os corpos celestes prximos de sua rbita, seja colidindo com eles, capturando-os como luas ou expulsando esses corpos para longe. Essa condio no se aplica a Pluto, pois ele pequeno demais para ter limpado a sua rbita, que, at mesmo, chega a cruzar a rbita de netuno, que possui um raio quase 25 vezes maior do que o de Pluto. Pluto faz agora parte de uma nova categoria de corpos do Sistema Solar, os planetas anes.

Em seguida resoluo da IAU de , o conjunto dos planetas anes j contava com trs membros: o prprio Pluto, Ceres e ris. Ceres, o maior objeto do Cinturo de Asterides, entre Marte e jpiter, tem o dimetro de km e foi reconduzida da condio de asteride para a de planeta ano. Foi ris a deusa que lanou o pomo da discrdia a Pris, provocando o confronto entre as deusas olmpicas que levou Guerra de Tria. O nome ris assinala o tenso debate entre os astrnomos antes da deciso de mudar a categoria de Pluto.

Conhea alguns deles, responsveis pela construo da concepo moderna do Cosmo na Cincia. Ptolomeu, astrnomo grego, elaborou o Geocentrismo, teoria na qual a Terra o centro do Universo e todos os corpos celestes - estrelas, planetas, cometas etc. Essa concepo foi oficialmente adotada pela Igreja Catlica, que considerava ser o Homem e a Terra o centro de tudo. Por essa razo, Coprnico, que era eclesistico e no queria desrespeitar a Igreja, tomava cuidado para que, na poca, ela no tivesse muita repercusso.

Com seu experimento, constatou que a Lua era cheia de crateras e montanhas, que satlites orbitavam em torno de jpiter, que o Sol tinha manchas, e outras observaes que contrariavam o conhecimento da poca.

Descobre que os planetas se movem em torno do Sol em rbitas elpticas e cria leis especficas para esse movimento, gerando provas de que Coprnico estava certo. Suas obras figuravam entre os livros proibidos pela Igreja Catlica.

Assim, explica o movimento dos corpos celestes em torno de outros, como a Lua em volta da Terra e tambm o fato de os elementos do Planeta Terra se manterem na superfcie, sem cair para o espao. Um outro ponto dessa teoria de que a velocidade da luz no vcuo constante, podendo ser usada como medida de distncia no Universo anos-luz.

Einstein d o exemplo dos raios e o trem. Dois indivduos observam dois raios que atingem simultaneamente as extremidades de um trem que anda em velocidade constante em linha reta e chamuscam o cho. Um deles est dentro do trem, exatamente na metade dele.

O segundo indivduo est fora, bem no meio do trecho entre as marcas do raio. Para o observador que est no cho e fora do trem, os raios caem simultaneamente. Mas o homem no trem v os raios carem um depois do outro, porque ele, ao mesmo tempo que se desloca dentro do trem em direo ao relmpago da frente, se afasta do relmpago que cai na parte traseira.

Como a velocidade da luz constante, o relmpago da frente chega antes que o de trs aos olhos do indivduo dentro do trem. Sua Teoria da Relatividade Geral revolucionou a descrio da gravidade, atribuindo-a a curvatura do espao em torno de objetos massivos. Usando o telescpio mais potente da poca, Hubble observou que as galxias se afastam uma das outras, fugindo para distncias cada vez maiores.

Isso mostra que o Universo est em expanso, em todos os sentidos. Estamos ss? Estas questes fundamentais so feitas desde a aurora da humanidade. A origem e a natureza da vida pertence a esta ordem de indagaes primeiras.

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A Astrobiologia uma abordagem recente, cheia de efervescncia intelectual dessas grandes questes. Essa definio inclui implicitamente o estudo da vida na Terra e como a evoluo da vida terrestre condicionada por eventos no Sistema Solar e na Via Lctea. O impacto do asteride em Chicxulub, no Golfo Mxico, que teria causado a extino dos dinossauros h 65 milhes de anos atrs, a mais conhecida das dramticas interferncias csmicas sobre a vida na Terra. Mas, fundamentalmente, a tarefa mais excitante da Astrobiologia a procura da vida fora da Terra.

Isso graas aos resultados das sondas espaciais a Marte e a Titan o satlite de Saturno , aos avanos da biologia molecular, reconstituio por simulaes computacionais do processo de especiao em escalas de tempo da ordem do bilho de anos, descoberta de uma enorme quantidade de planetas extrassolares, aos novos resultados observacionais, computacionais e laboratoriais da astroqumica, s estimativas mais acuradas dos impactos sobre a evoluco da vida causados por eventos csmicos, como supernovas e quedas de asterides e cometas.

De fato, algo que tem impulsionado enormemente a Astrobiologia a descoberta de exoplanetas, ou seja, planetas orbitando em torno de outras estrelas. Cada uma dessas estrelas constitui um sol em torno do qual orbita um exoplaneta. As vezes, descobre-se vrios exoplanetas em torno da mesma estrela. At , havia mais de exoplanetas descobertos.

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Esse nmero dever ser multiplicado vrias vezes com a entrada em operao do telescpio espacial europeu Corot lanado no final de e do qual o Brasil faz parte , assim como do satlite norte-americano Kepler. Uma das novidades das misses Corot e Kepler que elas permitem descobrir planetas rochosos e pequenos como a Terra, os chamados planetas telricos. Antes do lanamento desses satlites, a esmagadora maioria dos exoplanetas eram planetas gigantes gasosos girando prximos das suas estrelas.

O prottipo de um planeta gigante gasoso jpiter, que tem vezes a massa da Terra. A descoberta preferencial de jpiteres devida limitao do mtodo de descoberta, o chamado mtodo das velocidades radiais. A estrela balana em torno do centro de massa do sistema planetrio, devido perturbao gravitacional exercida pelo planeta, enquanto ele orbita a estrela. Esse balano necessariamente pequeno, porque a estrela bem maior que o planeta.

Esse balano faz com que a velocidade radial isto , na nossa direo da estrela varie, ora ela se afastando mais, ora se aproximando mais. O que se observa a estrela e sua velocidade radial, e no o planeta diretamente. As caractersticas do planeta massa, distncia da estrela e perodo orbital so deduzidas a partir das observaes da estrela.

O mtodo de velocidades radiais no permite que se descubra planetas pequenos como a Terra, porque a perturbao gravitacional de uma Terra na estrela seria diminuta, indetectvel. Gliese c faz parte de um sistema solar com trs planetas conhecidos. Algo fascinante a seu respeito que ele est a uma distncia da estrela que permite a existncia de gua em estado lquido. Ou seja, esse planeta est na zona habitvel. Os telescpios espaciais Corot e Kepler usam um outro mtodo de deteco, o mtodo dos trnsitos.

O valor dessa reduo permite deduzir o tamanho do planeta. Esse mtodo preciso o suficiente para permitir a descoberta de planetas do tamanho da Terra, os planetas telricos.

Estima-se que se descubram com o Corot cerca de 1. Futuros telescpios espaciais, como o europeu Darwin e o norte-americano TPF Terrestrial Planet Finder , obteriam espectros de planetas telricos, com o objetivo de verificar a presena de gases - como O2, O3 e CH4 - indicadores da ao de seres vivos. As misses Corot e Kepler forneceriam os alvos a serem posteriormente investigados por esses telescpios. A zona habitvel se refere quela zona, de uma dada largura, em torno da estrela, onde possvel a existncia de gua lquida.

Essa zona mais distante do sol do exossistema solar, para estrelas mais luminosas, e vice-versa. A Terra, a milhes de km, por exemplo, est no meio da zona habitvel do Sol. Temos o humorosamente chamado problema da Cachinhos Dourados. Assim, a zona de habitabilidade definida por dois raios, um interno, mais prximo da estrela, mais quente, onde a gua comea a ferver, e um raio externo, onde a gua comea a congelar.

A definio da zona de habitabilidade depende tambm da atmosfera planetria. Um planeta com uma atmosfera muito fina pode no ter efeito estufa o suficiente para manter a gua acima do ponto de congelamento. Da as evidncias de gua lquida no passado de Marte. A Terra em geral esteve no ponto, exceto em duas ocasies de quase total glaciao a chamada Terra Bola de neve.

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Por que definir a zona habitvel pela presena de gua lquida? Em primeiro lugar, por que gua essencial para a vida como conhecemos. A prpria Terra pode ser chamada com propriedade de Planeta gua. Se ela tivesse um pouco mais de gua, poderiam nem existir os continentes. Porm, a gua tambm pode ser essencial para a vida em outros pontos do Universo. Afinal, h gua por toda parte no Cosmos.

A gua a combinao dos dois elementos quimicamente ativos mais abundantes, o hidrognio e o oxignio. Os grandes depositrios de gelo no Universo so os cometas e a gua o principal componente dos cometas e dos seres vivos. O ranking de importncia desses elementos tambm o mesmo nas abundncias csmicas. Seramos ento antes filhos do Cosmos do que da Terra? A primeira revoluo sobre o tamanho do Universo uma questo to antiga quanto a histria da humanidade - foi a teoria do cientista ingls Isaac newton de que o Cosmo deveria ser infinito em todas as direes.

Caso contrrio, a atrao gravitacional dos corpos celestes faria com que eles se embolassem todos no centro do Universo se ele fosse finito e, portanto, possusse um centro. Depois de newton, houve outra grande descoberta: Edwin Hubble, em , observou que o Universo est em expanso, contrariando Albert Einstein, que havia proposto um Universo finito e esttico.

Apenas em , aps uma visita a Hubble, Einstein admitiu a expanso do Cosmo. Hoje, sabe-se que o Universo tem a forma plana, como a superfcie de uma mesa, e estende-se ao infinito em trs dimenses. Mesmo assim, no possvel determinar seu tamanho. Isso se deve ao fato de que estamos limitados a observar o Universo visvel para ns, isto , a parte que est dentro da esfera de 14 bilhes de anos-luz a maior distncia espacial detectada pela Cincia at hoje.

Assim, conhecemos a parte do Universo que nossa vizinha, sabemos que ela plana, mas no se pode ter certeza do que est do outro lado.

Reconstruo digital do Planeta Terra a partir de fotos das misses espaciais Apollo, da Nasa, e imagens de satlite. Esse nmero seis vezes maior do que em , poca da Revoluo Industrial e incio do processo de crescimento acentuado da populao nas cidades e reas urbanas. As florestas tropicais, responsveis pela maior parte dessa biodiversidade, so destrudas ao ritmo de mil km2 por ano, o equivalente a pouco mais que o estado do Cear.

Com exceo de parte das Amricas, todos continentes desmataram, e muito. Essa perda afeta gravemente os servios naturais ciclos e processos responsveis pelo equilbrio da natureza , como Os cenrios de escasseamento dos recursos naturais tm gerado discusses sobre o possvel surgimento de conflitos e disputas entre pases.

A urbanizao do Planeta tambm tem gerado debates e preocupaes.

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Em parte, essa mudana atribuda ao fenmeno da migrao, que provocou grande crescimento nas zonas urbanas de pases subdesenvolvidos. A rapidez do crescimento dessas reas nas ltimas dcadas gerou problemas como falta de saneamento apropriado e a ocupao urbana irregular, muitas vezes em locais que deveriam ser preservados, como as zonas costeiras e de mananciais.

Com todas essas mudanas, a sociodiversidade tambm fica comprometida, com povos espalhados por todos os continentes perdendo suas terras, identidade e lngua. Atualmente, segundo a Unesco, so mais de 6 mil. Vamos tomar um caf? Essa frase pode ser o comeo ou o fim de um namoro, de um contrato, de um projeto ela pode pontuar decises importantssimas ou apenas servir a matar o tempo. Em todo caso, bilhes de vezes ao ano toma-se uma xcara de caf. Depois da gua, o caf o lquido mais consumido no Planeta.

Diz a lenda que um pastor de cabras l no Imen, na antiga Abissnia, percebeu que elas ficavam super animadas quando comiam uma frutinha vermelha de um arbusto. O pastor, claro, quis saber qual era a da frutinha, deu uma mordida e ficou animadssimo! A notcia da bebida mgica se espalhou.

Os monges islmicos que moravam perto do pastor comearam a preparar uma infuso com a semente bebiam e ficavam ligades durante as oraes noturnas. Pronto, surgiu o cafezinho. Os livros de histria contam que os peregrinos islmicos que partiam da Abissnia para Meca levavam consigo alguns gros para ficarem acordados durante a longa viagem.

Assim, os rabes ficaram conhecendo a planta africana ao verem chegar aqueles viajantes vindos de to longe e nem to cansados assim. Os vidos mercadores rabes atravessaram o Mar Vermelho e trouxeram o caf da frica para o Oriente. Quando os turcos tomaram Constantinopla levaram o caf com eles mundo afora nas suas conquistas. O sucesso do caf foi tanto que, no Oriente Mdio, uma lei turca autorizava a mulher a pedir divrcio, caso seu marido no lhe desse a sua quota diria de caf.

A porta de entrada. Mas os rabes queriam guardar o monoplio e escaldavam todas as sementes antes de export-las. Assim eles impediam o replantio. Os rabes se apegaram tanto ao caf que hoje em dia o tipo mais comum classificado como arbica em homenagem ao povo que vislumbrou maior futuro para aquela bebida. Os primeiros ocidentais a conseguirem sementes frteis foram os holandeses. Eles logo saram plantando em suas colnias como Ceilo, java, Malabar.

Em levaram o caf para o Suriname. S dava caf holands. Mas logo virou mania entre os nobres presentearem mudas de caf. Franceses, ingleses e espanhis espalharam o caf por todas as colnias, de Cuba ao Qunia, do Vietn Austrlia. Os primeiros gros de caf que chegaram no Brasil, dizem, estavam no bolso da casaca do sargento-mor Francisco de Melo Palheta, vindo de uma expedio Guiana Francesa, em A histria brasileira do caf comeou l no Par.

Depois veio descendo pelo nordeste, passando pelo Maranho, Cear, Pernambuco e Bahia, at chegar, por volta de , no Rio de janeiro. Em terras fluminenses, comea o sucesso do caf brasileiro, seguindo serra acima o Vale do Paraba.

Em , o plantio entra em declnio no Vale e o Oeste Paulista, com sua terra roxa, toma a frente. O Brasil ainda , junto com a Colmbia, o maior produtor de caf do Planeta coloca todo mundo no bolso onde, alis, essa histria comeou.

Como resultado, alm de uma declarao das Naes Unidas chamando a ateno para os problemas mais graves, foram estabelecidas as Metas do Milnio, a serem atingidas at Faltam, agora, apenas sete anos para o prazo fixado, e no h mudanas expressivas. As metas esto estreitamente vinculadas entre si: para alcan-las, ser preciso contar com aes combinadas e bem fundamentadas dos governos, da sociedade civil e da comunidade internacional mobilizados em torno de enfoques estratgicos.

Estudos indicam que particularmente a erradicao da pobreza no suceder sem aes incisivas e maior destinao de recursos para as reas de sade, educao e controle do aumento demogrfico. Esse sentimento ilusrio ou tem base real? Embora seja questionada por muitos cientistas, a ressonncia Schumann procura dar uma explicao a essa sensao.

O fsico alemo w. Schumann constatou em que a Terra cercada por um campo eletromagntico poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera, cerca de km acima de ns. Esse campo possui uma ressonncia dai chamar-se ressonncia Schumann , mais ou menos constante, da ordem de 7,83 pulsaes por segundo.

Funciona como uma espcie de marca-passo, responsvel pelo equilbrio da biosfera, condio comum de todas as formas de vida. Verificou-se tambm que todos os vertebrados e o nosso crebro so dotados da mesma freqncia de 7,83 hertz. Empiricamente fez-se a constatao de que no podemos ser saudveis fora dessa freqncia biolgica natural. Sempre que os astronautas, em razo das viagens espaciais, ficavam fora da ressonncia Schumann, adoeciam.

Mas submetidos ao de um simulador Schumann recuperavam o equilbrio e a sade. Por milhares de anos as batidas do corao da Terra tinham essa freqncia de pulsaes e a vida se desenrolava em relativo equilbrio. Ocorre que a partir dos anos , e de forma mais acentuada a partir dos anos , a freqncia passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo. O corao da Terra disparou. Coincidentemente, desequilbrios ecolgicos se fizeram sentir: perturbaes climticas, maior atividade dos vulces, crescimento de tenses e conflitos no mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros.

Devido acelerao geral, a jornada de 24 horas, na verdade, somente de 16 horas. Portanto, a percepo de que tudo est passando rpido demais no ilusria, mas teria base real nesse transtorno da ressonncia Schumann. A Terra ultrapassou o limite de suportabilidade. Ela encontrar seu equilbrio ao subir a temperatura entre , 8, 3 e at, em alguns lugares, 6 graus Celsius.

Este um fato inevitvel. Haver grandes dizimaes de espcies e milhes de pessoas podero correr risco de vida. A Terra Gaia, quer dizer, um super-organismo vivo que articula o fsico, o qumico, o biolgico e o antropolgico de tal forma que ela se torna benevolente para com a vida. Agora ela no consegue sozinha se auto-regular. Temos que ajud-la, mudando o padro de produo e de consumo. Caso contrrio, poderemos conhecer o destino dos dinossauros.

A busca do equilbrio deve comear por ns mesmos: fazer tudo sem estresse, com mais serenidade, com mais amor, que uma energia csmica e essencialmente harmonizadora.

Precisamos respirar juntos com a Terra, para conspirar com ela pela paz, que o equilbrio do movimento. Elas representam no s diferentes formas de comunicao, mas tambm sistemas de valores e expresso cultural da identidade dos povos. A metade de todos esses idiomas, no entanto, est concentrada em apenas oito pases:. Papua-nova Guin , Indonsia , nigria , ndia , Mxico , Camares , Austrlia e Brasil em torno de Galpagos, Equador, embaixo.

Nesta pgina Colnia de centenas de milhares de pinguins Pygoscelis antarctica na Baily Head, Ilha Deception, Antrtica, acima ; Baleia franca austral, chamada Adelita. Tem esse nome pelo fato de ter sempre sido vista na Baa de Adlia que est perto do ponto Pirmede no Golfo Novo. Pennsula Valds, Patagnia, Argentina, ao lado. O homem sentado no meio, com um chapu de pele de jaguar, um dos mais importantes chefes religiosos no Xingu inteiro.

Seu nome Takum Kamaiur e o precedente cacique da tribo. Alto Xingu, Mato Grosso, Brasil, acima. Preparao da jovem ndia para o estgio final da cerimnia Amuricum festa das mulheres na tribo Kamaiur. Alto Xingu, Mato Grosso, Brasil, ao lado. Pgina ao lado Lago na cratera do vulco Bisoke, no Parque de Virunga. Quase toda a superfcie do topo dessa montanha coberta por uma planta conhecida como Senecio gigante.

Fronteira entre Ruanda e a Repblica Democrtica do Congo, Esse projeto o fruto de reflexo sobre o nosso Planeta que est em perigo de morte. O uso no cotidiano da energia nuclear, sem que tenhamos a soluo para o lixo e os efeitos secundrios, a utilizao abusiva de produtos qumicos que levam ao envenenamento dos solos e das guas, adicionados ao excesso de gs carbnico fabricado pelas indstrias e destruio das florestas tropicais, comprometem inexoravelmente a sade da estratosfera e reduzem a fotossntese que fabrica o oxignio, essencial nossa vida.

A prpria existncia do ser humano est em perigo. Somente em zonas no exploradas poderemos encontrar a chave da nossa origem como espcie e a. O objetivo desse trabalho tentar mostrar o mais longe possvel a origem do nosso Planeta: o ar, a gua e o fogo que lhe deram vida, os animais que resistiram domesticao e continuam selvagens, as tribos humanas que ainda vivem em estado prstino.

Foi prevista uma durao de oito anos para explorar o mundo e mostrar a face virgem e pura da natureza e da humanidade. Essas imagens aqui expostas so o produto dos dois primeiros anos de trabalho. M Agricultura, silvicultura e pesca so responsveis por um a cada dois empregos em todo o mundo e sete. Para um quarto do mundo, cultivo, madeira e peixe ainda contribuem mais para a economia do que bens industriais.

M Aproximadamente dois teros das terras usadas para a agricultura foram degradadas nos ltimos 50 anos por motivos como eroso, salinizao do solo, poluio e degradao biolgica. M O processo de desertificao avana razo de 60 mil quilmetros quadrados por ano.

M Um relatrio elaborado pelo Centro Hadley para o Prognstico e as Pesquisas sobre o Clima, vinculado ao Escritrio Meteorolgico do Reino Unido, indica que aproximadamente um tero do mundo ser deserto em M 1,7 bilho de pessoas no mundo no tm acesso gua de boa qualidade. M 5 milhes de pessoas morrem a cada ano por beber gua poluda e viver em condies sanitrias inadequadas. M Existem aproximadamente 5 mil espcies de peixes ainda no-descritas nos mares e oceanos do Planeta.

M A populao mundial segue crescendo rapidamente, em uma razo de 76 milhes de pessoas por ano. M Em , pela primeira vez na histria mundial, o nmero de habitantes das zonas urbanas ultrapassou o de zonas rurais no Planeta.

M Uma mulher morre por minuto, no mundo, vtima de complicaes obsttricas. Segundo a OnU, para cada 1 milho de dlares no investidos em programas de planejamento familiar, registram-se: mil gestaes indesejadas; mil abortos em condies precrias; mortes maternas; 11 mil mortes de crianas menores de 1 ano e 14 mil mortes de crianas menores de 5 anos.

M Em , havia 79 milhes de imigrantes internacionais. Em , esse nmero subiu para milhes 1 imigrante em cada 35 pessoas. O cenrio de degradao ambiental do Planeta e urbanizao desenfreada no so as nicas causas da baixa qualidade de vida em muitas regies, principalmente urbanas: a concentrao de riquezas tambm muito acentuada, impossibilitando uma vida digna maior parte do mundo. Mais de um bilho de pessoas vivem em estado de extrema E a responsabilidade no apenas dos noruegueses, mas de consumidores em todos os cantos do mundo, inclusive no Brasil.

A espcie mais apreciada o bacalhau-do-atlntico gadus mohua j na lista global de espcies em perigo do Oceano Atlntico -, at cinco vezes mais cara que outra espcie consumida pelos brasileiros, o escamudo Pollachius virens , ainda no includo na lista de espcies ameaadas. Enquanto o primeiro consumido pela classe mdia-alta e em restaurantes de luxo, o segundo usado no famigerado bolinho de bacalhau.

A sustentabilidade dos estoques de bacalhau no est ameaada apenas pelo enorme consumo, mas tambm pelo tipo de barco e material usados na pesca, muito nocivos ao meio ambiente. Grandes redes industriais fazem os barcos gastarem cinco vezes mais combustvel, alm de sua malha capturar muito mais peixes jovens, ainda em fase de crescimento. Duas outras espcies de bacalhau importadas pelo Brasil donzela molva molva e zarbo Brosme brosme , tambm ameaadas vivem em grandes profundidades, e para captur-las so necessrias redes de arrasto que reviram o fundo do mar.

Essa prtica proibida em muitos pases - considerada uma das principais causas da crescente destruio dos bancos de coral nos oceanos, fundamentais para a existncia de diversas outras espcies de peixe. A grande demanda do mercado internacional no s estimula o uso das redes industriais na noruega como incentivaram um novo tipo de negcio, altamente rentvel: as fazendas de bacalhau, que em breve chegaro tambm ao Brasil.

Alm disso, dialmente, os criadouros dessa espcie neos peixes das fazendas comem outros peixes, ou seja, cessitam de 2 a 3 kg de peixes selvagens para demandam ainda mais pesca. Estima-se que sejam alimentar e produzir apenas 1 kg de salmo. A noruega e a Europa esto prximas de cometerem o mesmo erro. VeJa tambm Pesca pg. Alm disso, se a mdia do padro de consumo dos pases industrializados fosse estendida a todos os habitantes da Terra, seriam necessrios mais dois planetas para sustentar todo mundo.

A degradao do meio ambiente afeta diretamente a qualidade de vida de todos, porm tem impacto imediato sobre aqueles que tm na pesca, nos bosques, nas.

VeJa tambm Cooperao Internacional pg. Se divididos pelos 6,5 bilhes de habitantes, deixam uma mdia de 1,8 hectare por pessoa. Mas a mdia nos EUA, por exemplo, chega a 9,6 hectares. Isso significa que se todos os habitantes da Terra tivessem o mesmo padro dos americanos, seriam necessrios em torno de 5 planetas como o nosso para sustentar todo mundo.

Para medir o impacto das naes sobre os recursos naturais do Planeta, a pegada ecolgica de cada pas mostra o quanto de espao no territrio necessrio para suprir os hbitos de consumo de cada habitante. A tabela abaixo indica qual a pegada de cada pas, o quanto est disponvel de espao na prtica e o dficit - que representa, quando negativo, quanto cada nao consome a mais do que teria espao disponvel para produzir.

Em fevereiro de , mais de cientistas e representantes governamentais, reunidos para anlise do 4 Painel Intergovernamental de Mudanas Climticas IPCC da Organizao das naes Unidas OnU , confirmaram formalmente o que vinham dizendo desde o final da dcada de que a maior parte desse aumento se deve s aes humanas, especificamente s emisses de gases que intensificam o efeito estufa. Isso significa que, se esses gases continuarem a serem lanados na atmosfera no ritmo atual, at o final do sculo XXI a temperatura pode elevar-se entre 1,8 C na melhor das hipteses - e 4 C.

Para se ter uma idia do que esse aumento representa, a variao da temperatura mdia da Terra, desde a ltima era glacial que terminou em torno de 10 mil anos atrs - at os dias de hoje, foi de cerca de 6 C. As conseqncias do aquecimento global podem ser desastrosas para o Planeta: secas e inundaes, tufes, ciclones e maremotos podem se intensificar significativamente; a desertificao poder atingir um tero do mundo e espcies animais e vegetais podero estar ameaadas.

Os oceanos podero elevar-se de 18 cm a 58 cm por causa do aumento da temperatura dos oceanos e derretimento de geleiras e inundar diversas regies costeiras, onde vive grande parte da populao da Terra. Alm disso, mais de 30 pases localizados em ilhas podero desaparecer.

H indcios de que algumas dessas mudanas j esto acontecendo, com o aumento da temperatura nos plos. Onze dos ltimos doze anos foram os mais quentes j registrados em toda a histria.

Desde a Conferncia das naes Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento Sustentvel, realizada no Rio de janeiro em , a Rio, a populao mundial vem sendo alertada para os nveis crticos de degradao socioambiental sofrida pelo Planeta. Por exemplo, na Conveno sobre Mudanas Climticas, aprovada em , os pases signatrios comprometeram-se a no ultrapassar os nveis de emisso de gases que intensificam o efeito estufa determinados em O Protocolo de Quioto, aprovado em para regulamentar essa conveno, determina que voc sabia?

Estudos, inclusive o Relatrio do IPCC, mostram que esses desastres esto relacionados s mudanas nos ciclos naturais da Terra, entre elas o aquecimento global.

VeJa tambm Mudana Climtica Global pg. O texto da Carta foi produzido com a participao de mil pessoas de 46 naes, inspirado em uma variedade de fontes, como a ecologia; as tradies religiosas e filosficas do mundo; a literatura sobre tica global; o meio ambiente e o desenvolvimento; a experincia prtica dos povos que vivem de maneira sustentada, como os povos indgenas; alm das declaraes e dos tratados inter-governamentais e no-governamentais relevantes.

Sua elaborao teve incio na Eco e, em , seu contedo foi aprovado e adotado como referncia pela Unesco. Milhares de organizaes no-governamentais, cidades e povos ao redor do mundo deram seu aval Carta da Terra e se encontram trabalhando na implementao de seus princpios. Entre os valores que se afirmam na Carta da Terra, esto: respeito ao Planeta e sua existncia; a proteo e a restaurao da diversidade, da integridade e da beleza dos ecossistemas; a produo, o consumo e a reproduo sustentveis; respeito aos direitos humanos, incluindo o direito a um meio ambiente preservado; a erradicao da pobreza; a paz e a soluo no violenta dos conflitos; a distribuio eqitativa dos recursos da Terra; a participao democrtica nos processos de deciso; a igualdade de gnero; a responsabilidade e a transparncia nos processos administrativos; a promoo e aplicao dos conhecimentos e tecnologias que facilitam o cuidado com a Terra; a educao universal para uma vida sustentada; sentido da responsabilidade compartilhada, pelo bem-estar da comunidade da Terra e das geraes futuras.

Para reverter o acelerado processo de degradao socioambiental, governos, empresas e cidados podem atuar em conjunto. Cada um pode contribuir de alguma forma para mudar os padres de desenvolvimento e consumo que se mostraram nocivos ao Planeta at agora. As agncias oficiais tm mais informao do que em qualquer outra poca sobre os avanos da cincia e Os governos podem usar o acesso a essas informaes para tomar decises sobre o uso de ecossistemas, assim como para a proteo e recuperao de biomas ver Cincia e Tecnologia, pg.

Indstrias e empresas podem desenvolver polticas de respeito ao ecossistema onde atuam. Uma alternativa poderia ser a disseminao de dados sobre os aspectos ambientais de seus produtos e servios, para que o consumidor possa saber o que lhe est sendo oferecido e ter o direito de escolher.

Os consumidores podem verificar as informaes sobre os produtos que compram e escolher aqueles de menor impacto ecolgico e mais respeito aos direitos sociais. Universidades, grupos socioambientalistas e a sociedade civil podem ajudar. Cidados pelo mundo todo devem buscar informaes sobre as condies dos ambientes que os circundam para exercer a cidadania de forma mais consciente.

Separar o lixo e encaminh-lo para a reciclagem, por exemplo, pode ser uma maneira de ajudar a acabar com os lixes urbanos que tanto poluem as cidades e o meio ambiente. So medidas preventivas, assim como economizar gua e energia eltrica. O cidado pode tambm fiscalizar as aes governamentais e pressionar o poder pblico para que desenvolva sempre alternativas sustentveis para seus projetos. Os governos tambm devem investir na difuso de informao e na educao, bem como adoo de polticas pblicas que favoream o desenvolvimento sustentvel.

A adoo de uma poltica de consumo responsvel pelo poder pblico, atravs de compras verdes e racionalizao de consumo, um dos maiores propulsores do desenvolvimento de produtos e servios ambientalmente sustentveis, graas ao volume de recursos que movimenta. Em qualquer lugar do Planeta, so os governos nacionais ou locais que impulsionam a construo civil, a produo de alimentos e transportes, entre outros setores.

Somente na Europa, so gastos anualmente um trilho de euros na aquisio de produtos e servios pelo poder pblico, entre os quais 2,8 milhes de computadores por ano. Alm disso, uma populao bem informada e consciente pode exercer a cidadania de forma a melhorar o ambiente em que vive.

O mesmo vale para indstrias e empresas: preciso avaliar o modelo de desenvolvimento adotado at agora e optar por alternativas que melhorem a relao com o Planeta. Cuzco, Peru, A Amrica Latina o resultado da colonizao europia no Novo Mundo e foi assentada na subordinao de populaes locais, na apropriao de espaos e explorao de recursos naturais, gerando degradao ambiental e um dos maiores ndices de concentrao de renda do Planeta na expanso martima iniciada no sculo XV, os agentes das monarquias ibricas encontram terras desconhecidas leste do Oceano Atlntico.

Cristvo Colombo, no final do citado sculo, acredita haver chegado sia, identificando as Antilhas com o japo a Cipango, descrita por Marco Plo. Outros crem tratar-se da quarta parte do mundo, mencionada na Sntese Geogrfica de Ptolomeu e no localizada no ecmeno europeu da poca.

Alguns falam das ilhas afortunadas, figuras do imaginrio geogrfico medieval. Amrico Vespcio, em correspondncia a Lorenzo de Mdici, afirma ser um novo Mundo, alcunha que a cartografia seiscentista divulga at consolidar o nome do autor da missiva. A apropriao europia das novas terras cria a Amrica, na dominao dos espaos antes desconhecidos.

A busca de riquezas anima tal processo e a descoberta dos tesouros asteca e inca aceleram os empreendimentos coloniais. Tem-se, portanto, uma relao entre sociedades que se expandem movidas pelo incremento de seus prprios circuitos comerciais , e os espaos onde ocorrem tais expanses em si bastante diferenciados, como se ver em seguida. A esse processo, denomina-se colonizao. Uma adio de terras e recursos ao patrimnio dos colonizadores, agora tornados metrpoles.

A Amrica atual um resultado da colonizao europia do novo Mundo, possuindo assim uma formao colonial, isto , assentada na expanso territorial, na invaso que traz de bero o signo da conquista. Esta manifesta-se como subordinao de populaes, apropriao de espaos e explorao de recursos. As grandes massas de terras. Para Carl Ritter, um dos pais da geografia moderna, os continentes representam as grandes individualidades terrestres.

A Amrica um continente que possui grande individualidade, pois no se relaciona por terra com nenhum dos demais continentes. M O continente americano pode ser subdividido em pores diferenciadas por distintos critrios. M Em termos da colonizao, podemos falar em Amrica Saxnica de colonizao inglesa e em Amrica Latina de colonizao predominantemente ibrica.

M O Caribe um conjunto de ilhas prximas ao continente americano na direo da Amrica Central que conheceram ondas colonizadoras diferenciadas espanhola, francesa e inglesa.