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BAIXAR DRIVER FB PCTEL AMR


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Nome: driver fb pctel amr
Formato:ZIP-Arquivar (Driver)
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Licença:Somente uso pessoal
Tamanho do arquivo:56.48 MB

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O endereo IP dividido em duas partes. Obrigatoriamente, os primeiros octetos serviro para identificar a rede e os ltimos serviro para identificar o computador em si. Como temos apenas 4 octetos, esta diviso limitaria bastante o nmero de endereos possveis o que seria uma grande limitao no caso da Internet, onde so necessrios muitos endereos. Se fosse reservado apenas o primeiro octeto do endereo por exemplo, teramos um grande nmero de hosts micros conectados a cada rede , mas em compensao poderamos ter apenas redes diferentes, o que seria muito complicado considerando o tamanho do mundo :-P.

Mesmo se reservssemos dois octetos para a identificao da rede e dois para a identificao do host, os endereos possveis seriam insuficientes, pois existem mais de 65 mil redes diferentes no mundo, conectadas entre si atravs da Internet e existem algumas redes com mais de 65 mil micros. Cada classe reserva um nmero diferente de octetos para o endereamento da rede. Na classe A, apenas o primeiro octeto identifica a rede, na classe B so usados os dois primeiros octetos e na classe C temos os trs primeiros octetos reservados para a rede e apenas o ltimo reservado para a identificao dos hosts.

O que diferencia uma classe de endereos da outra, o valor do primeiro octeto. Se for um nmero entre 1 e como em Se o valor do primeiro octeto for um nmero entre e , ento temos um endereo de classe B como em Todos os endereos IP vlidos na Internet possuem dono. Seja alguma empresa ou alguma entidade certificadora que os fornece junto com novos links. Por isso no podemos utilizar nenhum deles a esmo. Quando voc se conecta na Internet voc recebe um e apenas um endereo IP vlido, emprestado pelo provedor de acesso, algo como por exemplo " Quando quiser configurar uma rede local, voc deve usar um dos endereos reservados, endereos que no existem na Internet e que por isso podemos utilizar vontade em nossas redes particulares.

As faixas reservadas de endereos so:. Uma faixa de endereos das mais usadas a Se voc tiver 4 micros na rede, os endereos deles podem ser por exemplo A mscara de rede padro acompanha a classe do endereo IP: num endereo de classe A, a mscara ser Num endereo classe B, a mscara padro ser Mas, afinal, para que servem as mscaras de sub-rede ento? Apesar das mscaras padro acompanharem a classe do endereo IP, possvel "mascarar" um endereo IP, mudando as faixas do endereo que sero usadas para enderear a rede e o host.

O termo "mscara de sub-rede" muito apropriado neste caso, pois a "mscara" usada apenas dentro da sub-rede. Veja por exemplo o endereo Por ser um endereo de classe C, sua mscara padro seria Porm, se mantivssemos o mesmo endereo, mas alterssemos a mscara para Veja que A moral da histria que dentro da rede voc deve configurar sempre todos os micros para usarem a mesma mscara de sub-rede, seguindo a faixa de endereos escolhida. Se voc est usando a faixa Quando voc compartilha a conexo entre vrios micros, apenas o servidor que est compartilhando a conexo possui um endereo IP vlido, s ele "existe" na Internet.

Todos os demais acessam atravs dele. O default gateway ou gateway padro justamente o micro da rede que tem a conexo, que os outros consultaro quando precisarem acessar qualquer coisa na Internet.

Por exemplo, se voc montar uma rede domstica com 4 PCs, usando os endereos IP Para tanto, o servidor DNS mantm uma tabela com todos os nomes fantasia, relacionados com os respectivos endereos IP.

A maior dificuldade em manter um servidor DNS justamente manter esta tabela atualizada, pois o servio tem que ser feito manualmente. Dentro da Internet, temos vrias instituies que cuidam desta tarefa.

Servidores DNS tambm so muito usados em Intranets, para tornar os endereos mais amigveis e fceis de guardar. Faz parte da configurao da rede informar os endereos DNS do provedor ou qualquer outro servidor que voc tenha acesso , que para quem seu micro ir perguntar sempre que voc tentar acessar qualquer coisa usando um nome de domnio e no um endereo IP. O jeito mais fcil de conseguir os endereo do provedor simplesmente ligar para o suporte e perguntar.

O ideal informar dois endereos, assim se o primeiro estiver fora do ar, voc continua acessando atravs do segundo.

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Tambm funciona com um endereo s, mas voc perde a redundncia. Exemplos de endereos de servidores DNS so: O assistente vai perguntando as configuraes da rede que vimos. Um exemplo de configurao de rede completa para um dos micros da rede, que vai acessar a Internet atravs do micro que est compartilhando a conexo seria: Endereo IP: A configurao da Internet feita da forma normal, de acordo com o tipo de conexo que voc usa e a configurao da rede interna segue o padro que vimos at aqui.

Respondendo "Sim" o micro simplesmente "pede socorro" na rede e ajudado pelo servidor DHCP, que fornece para ele toda a configurao da rede, de forma automtica. Voc gasta um pouco mais de tempo configurando o servidor DHCP, mas em compensao economiza na configurao dos micros. Ao longo do livro voc ver mais detalhes de como configurar a rede no Kurumin, compartilhar a conexo, compartilhar arquivos e impressoras com outros micros da rede, configurar um servidor DHCP e DNS e assim por diante.

A idia desta introduo apenas explicar como as redes funcionam. Linguagens de programao Os computadores so funcionrios quase perfeitos. Fazem tudo o que mandamos, no reclamam, no se importam de trabalhar at tarde da noite, no cobram hora extra nem tiram frias.

Mas, em compensao tambm no pensam. Para que faam qualquer coisa preciso explicar tudo com os mnimos detalhes e na lngua deles. Considerando que tudo o que os computadores conseguem entender so seqncias interminveis de nmeros binrios, fornecer estas "instrues" pode ser muito penoso para um ser humano. Voc consegue se imaginar lendo um manual.

Se os programadores precisassem programar diretamente em binrios, decorando seqncias como para cada instruo do processador e para cada endereo de memria a ser acessado, provavelmente no teramos mais programadores Para facilitar as coisas, comearam a ser desenvolvidas as linguagens de programao, que diferem na sintaxe e recursos, mas tem um ponto em comum, que a existncia de um compilador. Seja programando em C, ou seja em Kylix, voc usar um editor para escrever seu programa, respeitando as regras da linguagem escolhida e em seguida rodar o programa compilador, que interpretar os comandos que inclui no programa e os transformar em binrios, as instrues que so entendidas pelo processador.

A vantagem que voc poder trabalhar com instrues como if, else, etc. Sem dvida muito mais simples. Existem diversas linguagens de programao, meu objetivo dar algumas noes bsicas sobre as peculiaridades e utilidade de cada uma. Para comear, existe uma linguagem "bsica" para quem quer aprender a programar, ensinada nos cursos de lgica da programao, o pseudocdigo. Ele no e uma linguagem "de verdade", mas e uma maneira mais simples para aprender os fundamentos usados em todas as linguagens de programao.

Podemos comear com um exemplo simples. Vamos fazer um programa capaz de tomar uma deciso fcil. Ele pergunta a nota do aluno e diz se ele passou ou no. Para um ser humano isso seria um problema muito elementar, mas para o computador as coisas no so to simples assim. Lembre-se que ele e burro e precisa ser orientado passo a passo. Nosso programinha em pseudocdigo poderia ficar assim: escreva: "Qual a nota do aluno? Ele poderia ser escrito em qualquer linguagem, mas a lgica seria a mesma.

De acordo com os recursos oferecidos pela linguagem escolhida ele poderia ter uma interface simples em modo texto, uma interface grfica mais trabalhada, aparecer no meio de uma pagina web e assim por diante.

As linguagens de programao so conjuntos de padres e comandos que voc pode usar para dar ordens para nossos amigos burros. Assim como nas lnguas faladas, existem diferenas de sintaxe, gramtica e existem linguagens mais simples ou mais complicadas de aprender e linguagens mais adequadas para tipo de tarefa a realizar.

Veja alguns exemplos de linguagens de programao:. A idia do assembly usar um comando em substituio a cada instruo de mquina. No assembly, cada uma destas instrues, equivale a uma instruo do processador. Ao invs de usar instrues como voc pode usar outras bem mais fceis de entender e de memorizar, como add, div, mul, and, or, not, etc. Voc tambm pode criar variveis, que so pequenos espaos na memria RAM reservados para guardar algum tipo de dado, que o programa precisar mais tarde.

Voc pode usar aquelas instrues que citei para lidar com elas. Por exemplo, a instruo "add" faz com que o processador some duas variveis; "add x, y" por exemplo, soma os valores de x e y. Apesar de ser exaustivamente trabalhoso, voc pode perfeitamente desenvolver pequenos programas em assembly, para isso s vai precisar de um compilador e bastante pacincia para aprender.

O compilador transforma o cdigo escrito em assembly em linguagem de mquina, que finalmente poder ser entendida pelo processador. Existem tambm os decompiladores, que fazem o trabalho inverso, de transformar um programa j compilado, em um cdigo em linguagem assembly. Este recurso chamado de engenharia reversa.

Claro que para isso, preciso algum que conhea muito de assembly e que tenha disposio para ficar estudando o cdigo at encontrar o que procura. Por causa desta caracterstica de permitir trabalhar diretamente com as instrues do processador, o assembly chamado de linguagem de baixo nvel.

Enquanto o Assembly chamado de linguagem de baixo nvel, por nele utilizarmos diretamente as instrues e endereos do processador e memria, numa linguagem de alto nvel temos vrias funes prontas, o que facilita muito a programao, mas em. Fortran a contrao de "Formula Translator". A primeira verso do Fortran foi criada no final da dcada de 50, mas a linguagem comeou a ser usada em larga escala partir da metade da dcada de 60, quando surgiram vrias verses diferentes.

Atualmente o Fortran pouco usado, mas existe um cone mgico para instalar o compilador no Kurumin. O Pascal uma linguagem bastante estruturada, com regras bastante rgidas, o que a torna difcil de usar. Hoje em dia o Pascal original pouco usado, mas seus descendentes diretos como o Free Pascal evoluram muito.

O prprio Kylix junto com o Delphi uma evoluo do Pascal. Esta linguagem foi desenvolvida no final da dcada de 50, com o objetivo de ser uma plataforma de desenvolvimento para aplicaes bancrias e financeiras em geral.

Comparado com o Pascal e o Assembly, comuns na poca, o Cobol uma linguagem bastante amigvel, o que garantiu uma grande aceitao. At hoje esta linguagem usada em muitos sistemas bancrios, o que explica a grande procura por programadores experientes nesta linguagem na poca do bug do ano A grande vantagem do C permitir escrever tanto programas extremamente otimizados para a mquina, como seria possvel apenas em assembly, e ao mesmo tempo vir com vrias funes prontas, como uma linguagem de alto nvel, que podem ser utilizadas quando no for necessrio gerar um cdigo to otimizado.

A maior parte dos programas Linux e o Kernel quase todo foram escritos em C, o que explica o porqu do sistema ser to rpido em algumas tarefas.

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A maior parte das distribuies instalam o Python por default, basta abrir um terminal e chamar "python". Este o interpretador do Python, um prompt onde voc pode digitar um comando de cada vez e j ir vendo os resultados. Bom para testando os comandos enquanto voc no quiser realmente desenvolver nenhum programa completo.

Vamos comear com uma coisa simples. Que tal ouvir um bom dia? Para isso podemos usar o "print" que o comando para escrever coisas na tela. Este comando simples de usar, basta escrever a frase entre aspas: print "Bom Dia! Podemos personalizar um pouco isto, fazendo com que ele primeiro pergunte o seu nome e depois d bom dia. Este texto precisa ser guardado em algum lugar, para armazen-lo podemos usar uma varivel, que um pequeno espao de memria reservado e que pode ser usado mais tarde.

Em seguida ele armazena o texto digitado na varivel "nome" e volta para o prompt. O texto entre aspas pode ser substitudo por outra coisa se quiser. Como disse, a varivel armazena dados que podem ser usados mais tarde.

Como agora j temos o seu nome armazenado na varivel "nome", podemos completar nosso bom dia, fazendo com que ele escreva junto o seu nome ou o que for que voc tenha digitado no passo anterior :- : print "Bom dia ", nome Ele escreve a frase "Bom Dia" que est entre aspas e em seguida completa com o texto armazenado na varivel nome.

No se esquea da vrgula:. Experimente agora abrir o kedit ou outro editor de textos qualquer e salvar nosso pequeno programa num arquivo de texto. Ele pode se chamar por exemplo programa. Eu enfeitei um pouco mais o meu. Este arquivo pode ser executado usando o interpretador do Python. Podemos agora fazer algo usando uma instruo de tomada de deciso.

Que tal perguntar a idade e com base nela decidir qual ser a prxima frase do dilogo?

Se o interlocutor responder que menos de 18 anos ele pode receber um "Beleza, tem aula hoje? Para isso precisamos comear perguntando a idade. Agora chegamos parte mais importante, que fazer o programa descobrir se o nmero digitado maior ou menor que 18 e depois decidir qual frase deve escrever.

Para isso vamos usar a instruo "if" se que tem sua companheira inseparvel, a "elif" ento se. Caso seja ele imprime o "Beleza, tem aula hoje? Caso seja ele imprime a frase "Ei, voc no vai trabalhar hoje no? Veja que eu aproveitei pra colocar mais quebras de linha:. Digamos que sejam 4 provas e a mdia para passar seja 7. Precisaramos perguntar as notas das quatro provas, tirar a mdia e depois usar o if e o elif para descobrir se a mdia maior ou menor que 7. Que vergonha", aluno, ".

Levou bomba de novo! Imagine agora que voc no queria saber apenas a mdia de um aluno, mas da sala inteira. Voc precisaria que o programa ficasse perguntando as notas de todos os alunos, um por vez e depois desse a mdia geral. Para isso precisamos usar a instruo "while" enquanto que repete uma seqncia de instrues at que uma condio seja atingida. Podemos comear o programa perguntando o nmero de alunos na sala e criar uma varivel "contagem" com o valor zero.

Cada vez que so dadas as notas de um aluno, a varivel "contagem" aumenta em 1. O programa ficaria assim:. Temos trs novas variveis. A varivel "alunos" armazena o nmero de alunos da sala. A varivel "contagem" comea com zero mais vai aumentando em 1 a cada vez que o programa roda. O while vai perguntando as notas e vai somando tudo na varivel total. Quando finalmente o nmero de alunos atingido, vamos para a parte final do programa, onde a mdia calculada e escrita na tela.

Ao ser executado o programa primeiro pergunta o nmero de alunos da sala e depois vai perguntando as notas de cada prova at chegar ao resultado. O Python reconhece a parte do texto que pertence ao while pela indentao do texto.

Quando acaba a indentao, acaba o while. Para indentar uma linha basta pressionar espao quatro vezes. Existem alguns editores, como o kwrite e o kate que possuem botes para indentar blocos de texto. Os programas em Java podem ser executados em qualquer sistema operacional, desde que o interpretador esteja instalado. A JVM um programa que converte o cdigo Java em comandos que o sistema operacional possa executar. Existem mquinas virtuais para vrios sistemas operacionais, o problema que devido ao processamento executado pela mquina virtual, o programa torna-se mais pesado do que seria caso escrito diretamente para a plataforma.

O cdigo fonte em si pode ser escrito de forma a ser facilmente portvel, ou seja, rodar em diferentes verses do Unix ou em vrias famlias de processadores diferentes sem muitas alteraes, mas ainda assim ser necessrio recompilar o cdigo fonte, gerando um binrio diferente para cada caso. Embora o trabalho inicial seja maior, a vantagem desta abordagem que o desempenho o melhor possvel, j que sempre teremos um programa binrio otimizado para a plataforma.

Mas o Java utilizam um conceito diferente. Ao invs de gerar um binrio diferente para cada plataforma, gerado um binrio que pode ser executado em qualquer plataforma, dentro de uma mquina virtual. Este binrio "universal" chamado de bytecode. A idia criar aplicativos que possam ser escritos uma vez e executados em qualquer plataforma, reduzindo os custos de desenvolvimento. Apenas o software da mquina virtual que precisa ser reescrita para cada plataforma, mas isso problema dos desenvolvedores da linguagem, no do programador.

Existe ainda a opo de abrir mo da flexibilidade do bytecode em troca de um maior desempenho, passando a compilar os programas com otimizaes para uma determinada plataforma. Isso muito til quando o programa ser executado apenas dentro de computadores de uma certa plataforma, como PCs rodando Linux por exemplo. No caso do Java a mquina virtual que executa os programas chamada de Java Virtual Machine. Muitas pginas Web utilizam applets Java, por isso a maioria das pessoas acaba instalando o suporte a Java.

Hoje em dia, alm do Java da Sun temos verses alternativas, como o Blackdown e o Kofee, que possuem conjuntos de recursos variados, mas so a princpio compatveis com o cdigo gerado para o Java da Sun. Embora tenha ganhado relevncia com o Java, este conceito no exatamente novo. A maioria dos utilitrios de configurao subdesenvolvidos para o Kurumin so escritos em shell script. Uma outra vantagem que estes programas no precisam ser compilados, voc simplesmente escreve os comandos num arquivo de texto e executa direto.

Quando precisa fazer alguma alterao voc altera o arquivo e pronto, o problema est resolvido. Este um exemplo de shell script que serve s para mostrar uma janelinha dando ol na tela: kdialog --msgbox "Ol, tudo bem? No escrevi errado, ele s tem uma linha mesmo. Na verdade quando voc escreve um shell script voc simplesmente usa funes de outros programas que esto instalados, por isso ele to simples se comparado s linguagens de programao "de verdade" que vimos acima.

Voc pode abr-los em qualquer editor de texto e at fazer pequenas modificaes para ir aprendendo como eles funcionam. Este um exemplo, um script simples que fiz outro dia para fazer backup dos arquivos do meu Palm. No Kurumin inclui o Kpilot, um programa que faz a mesma coisa, mas achei legal fazer o meu: --!

Depois dessa primeira experincia, resolvi dar uma incrementada usando o Kommander, que um editor visual para shell scripts. Alguma coisa parecida com o Delphi ou o Visual Basic, s que bem mais simples.

Este Kommander j vem instalado no Kurumin desde a verso 2. Aproveitei para adicionar mais algumas funes e o resultado final foi este, bem melhor que o primeiro no? Estes exemplos so s para mostrar que a coisa no to complicada assim e ver se voc se convence a desenvolver algumas coisas e comear a contribuir com o desenvolvimento do Kurumin ;-. Ele kernel a pea fundamental do sistema, responsvel por prover a infra-estrutura bsica para os programas funcionarem.

O Kernel algo comum em todas as diferentes distribuies, muda a verso, mas o Kernel do Linus est sempre ali. O Kernel o responsvel por dar suporte aos mais diferentes perifricos: placas de rede, som, e o que mais voc tiver espetado no micro. Uma nova verso sem traz suporte a muita coisa nova, o que faz diferena principalmente para quem pretende trocar de PC em breve ou est de olho em algum handheld ou mp3player extico.

Mas, apesar de toda a sua importncia, o grande objetivo dos desenvolvedores que o Kernel seja invisvel. Ele deve simplesmente fazer seu trabalho sem que voc precise se preocupar com ele. Voc s se d conta que o Kernel existe quando algo no funciona, ento quanto menos voc not-lo melhor, sinal de que as coisas esto funcionando bem J usei a palavra distribuio um punhado de vezes.

Uma distribuio Linux como uma receita. Ao invs de ficar compilando o Kernel e os programas como faziam os pioneiros, voc simplesmente instala um conjunto que uma equipe desenvolveu e disponibilizou. O bom dos softwares que uma vez criados eles podem ser distribudos quase sem custo. Ao contrrio de um objeto material, que se quebra ao ser dividido, quanto mais pessoas copiarem e usarem sua distribuio melhor: seu trabalho ter mais reconhecimento e apoio. Qualquer pessoa ou empresa com tempo e conhecimentos suficientes pode desenvolver uma distribuio.

O mais comum usar uma distribuio j existente como ponto de partida e ir incluindo novos recursos a partir da. No mundo opensource no preciso reinventar a roda, os trabalhos anteriores so respeitados e reutilizados, aumentando radicalmente a velocidade de desenvolvimento de novos projetos.

O Kurumin foi originalmente desenvolvido como uma personalizao do Knoppix, uma distribuio Alem desenvolvida por Klaus Knopper que por sua vez foi com base no Debian. A vantagem de ser neto que voc tem o dinheiro do pai e do av pra gastar :-P. As interfaces e programas No Windows a interface grfica se confunde com o restante do sistema.

O sistema uma uma interface "tamanho nico" e voc simplesmente no tem escolha a no ser se habituar com ela. No Linux o conceito de interface grfica um pouco diferente. O Xfree, ou apenas X para os ntimos o responsvel pela infra-estrutura bsica. Ele o responsvel por se comunicar com a placa de vdeo, montar as imagens que sero mostradas no monitor e fornecer os recursos de que os programas precisam. Mas, assim como o Kernel ele "invisvel", quem voc v no o Xfree, mas sim um gerenciador de janelas, que o programa que monta as janelas e menus que voc v na tela.

A vantagem que voc pode escolher qual gerenciador de janelas usar. O KDE usado por padro no Kurumin tem um visual mais ou menos parecido com o do Windows, se voc quiser alguma coisa mais parecida com o MacOS pode experimentar o Gnome instalvel atravs dos cones mgicos , se quiser algo mais geek pode tentar o Fluxbox tambm includo por padro e assim por diante.

Eu pessoalmente recomendo o KDE como melhor opo para quem est comeando, ele tem muitas opes de personalizao, permitindo que voc deixe-o. Voc pode baixar temas, cones, sons, papis de parede, etc. Como o nome sugere, ele um site dedicado tudo relacionado a "embelezamento" do KDE ;-.

Claro que o Kernel, o X e o KDE so importantes, eles so a base, mas o que interessa mesmo so os programas. Aqui cai bem uma frase interessante do Linus: "Uma coisa interessante sobre os sistemas operacionais que ningum realmente usa um sistema operacionais, as pessoas usam os programas instalados nele". De que adiantaria um Kernel rpido e estvel e uma interface bonita se voc no pudesse navegar na Internet, assistir filmes nem ouvir msica?

Disse a princpio pois hoje em dia existem alternativas para quem precisa rodar programas do Windows no Linux, o que acho muito positivo pois aumenta nossa liberdade de escolha. No seria muito agradvel se voc encontrasse vrios recursos interessantes no Kurumin, mas ficasse preso ao Windows por causa de algum programa que voc no pode viver sem.

Existem basicamente duas opes: o Wine um programa que permite executar diretamente programas Windows no Linux. O VMware permite rodar o Windows inteiro dentro de uma janela e consequentemente todos os programas que quiser. Ele funciona com quase todos os programas, mas em compensao bem mais pesado.

Mais adiante vou explicar como usar ambos, a idia por enquanto apenas que voc saiba da existncia destes recursos. Mas, voltando ao ponto principal, aqui vai uma pequena amostra de alguns dos programas includos no Kurumin que do conta das tarefas mais comuns, ao longo do livro voc conhecer mais e mais opes: Navegadores: O Konqueror o navegador includo no KDE. Ele bastante rpido e serve tambm como um excelente gerenciador de arquivos. Seu principal.

Ele uma espcie de coringa quando falamos em mensagem instantnea. Para assistir filmes e DVDs voc pode contar tanto com o gMplayer quanto com o Kaffeine, ambos abrem a maioria dos formatos de vdeo sem necessidade de instalar codecs adicionais como no Windows e se do bem com VCDs e DVDs. O gMplayer era o programa padro para esta tarefa desde as primeiras verses do Kurumin, mas o Kaffeine mostrou que tem tambm seus mritos.

Voc pode escolher qual lhe agrada mais. Para ouvir msica voc pode utilizar tanto o XMMS quanto o prprio Kaffeine, novamente voc escolhe qual gosta mais. Usando o terminal No inicio todos os sistemas operacionais usavam apenas interfaces de modo texto.

A diferena que no Linux a interface de modo texto evoluiu junto com o restante do sistema e se integrou de uma forma bastante consistente com os aplicativos grficos. Voc pode chamar qualquer aplicativo a partir do terminal, na maioria dos casos o comando o prprio nome do programa, como "konqueror" ou "firefox". Muitos autores preferem ensinar os passos para executar tarefas atravs de comandos, pois os atalhos para abrir os programas, itens nos menus, etc.

Podem mudar de lugar, mas os comandos de texto so algo mais ou menos universal, mudam pouco mesmo entre diferentes distribuies. No KDE, procure o atalho para abrir o Konsole. Ele possui varias opes de configurao fontes, cores, mltiplas janelas, etc. A lgica bsica a mesma do DOS, voc digita um comando, pressiona Enter e ele executado. Alm destes terminais grficos, existem 6 terminais "puros", que so usados para manuteno do sistema em casos em que o modo grfico no est funcionando.

Existem muitos aplicativos teis para modo texto, incluindo editores de texto, gerenciadores de arquivos, browsers, etc. No comeo faz realmente pouco sentido ficar tentando se lembrar do comando para chamar um determinado aplicativo ao invs de simplesmente clicar de uma vez no cone do menu. O importante que voc veja o terminal como mais uma opo, que pode ser utilizada quando conveniente, e no como algo intimidador.

A idia do Kurumin que todas as funes importantes estejam disponveis no menu, de forma que voc s precise usar o terminal quando quiser. Este o motivo de existirem tantas funes no menu Onde estou?? Entendendo os diretrios O primeiro choque para quem est chegando agora a estrutura de diretrios do Linux, que no lembra em nada o que temos no Windows. No Linux basicamente o contrrio. Mas, as diferenas no param por a. Para onde vo os programas que so instalados se no existe uma pasta central como a "Arquivos de programas"?

E para onde vo os arquivos de configurao se o Linux no possui nada semelhante ao registro do Windows? A primeira coisa com que voc precisa se habituar que no Linux os discos e parties no aparecem necessariamente como unidades diferentes, como o C:, D:, E: do Windows.

Dentro deste diretrio temos no apenas todos arquivos e as parties de disco, mas tambm o CD-ROM, drive de disquete e outros dispositivos, formando a estrutura que voc est vendo no gerenciador de arquivos. Geralmente isto soma de 5 a 7 MB, pouca coisa. Este de longe o diretrio com mais arquivos em qualquer distribuio Linux, pois aqui que ficam os executveis e bibliotecas de todos os principais programas.

A funo destas bibliotecas lembra um pouco a dos arquivos. As bibliotecas com extenso. Estes arquivos so pequenos, geralmente ocupam menos de 5 MB.

Se tiver curiosidade, o arquivo vmlinuz Quando se fala em particionamento, as possibilidades so muitas, existem at listas de discusso dedicadas exclusivamente ao assunto.

Tem gente que realmente se prende aos detalhes. Todos os arquivos contidos aqui. Como por exemplo.

Esta organizao visa facilitar a vida dos programadores, que podem acessar o hardware do micro simplesmente fazendo seus programas lerem e gravarem em arquivos. O mesmo se aplica ao enviar um arquivo pela rede, ler as teclas do teclado ou os clicks do mouse e assim por diante.

O Kernel se encarrega da parte complicada. Os arquivos recebem o nome dos programas seguidos geralmente da extenso.

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Nada impede que voc crie mais pastas no diretrio raiz para armazenar seus arquivos: apesar de ser recomendvel em termos de organizao e segurana, voc no obrigado a concentrar seus arquivos dentro do seu diretrio de usurio. Alm do visual, ele oferece muitas opes de configurao e uma biblioteca grfica o Qt que oferece muitos recursos para quem desenvolvedor.

Do lado esquerdo da tela temos uma lista dos mdulos disponveis, organizados em categorias. Clicando em qualquer um voc tem acesso s opes no frame do lado direito. Caso tenha dvidas sobre um determinado mdulo voc pode clicar na aba "Help" que exibe a ajuda. Os mdulos mais simples possuem apenas um texto curto explicando para qu servem, mas alguns possuem manuais bem completos. Vale pena dar uma olhada. Bem, vamos ento dar uma olhada nas configuraes disponveis em cada categoria do kcontrol para que voc possa conhecer um pouco das opes disponveis.

Para ter acesso a elas basta acessar a seo e clicar no boto "Modo Administrador". A seo "Gerenciador de login" permite configurar a tela de login do sistema, alterando as cores, papel de parede, etc. Se voc preferir, pode desativar isso, fazendo com que o Kurumin passe a pedir login e senha, como em outras distribuies. O mdulo "Instalador de Fontes" permite que voc instale fontes true type que passam a ser usadas automaticamente pelos programas instalados.

Ele bem simples de usar, basta indicar a pasta onde esto as fontes e clicar no boto de Ok. Voc pode tanto instalar as fontes logado como usurio normal, de modo que eles estejam disponveis apenas para o seu login, ou como root,. No difcil encontrar vrios sites que disponibilizam fontes por a. Instalar as fontes do Windows permite que os documentos escritos no Microsoft Office sejam exibidos com formatao perfeita no OpenOffice por exemplo, pois voc ter instaladas as mesmas fontes que o autor original usou.

Cada desktop funciona como uma rea independente e voc pode alternar entre eles usando atalhos de teclado. Para enviar um programa aberto para outro desktop virtual, basta clicar sobre a barra com o boto direito do mouse e em seguida usar a opo "Para o ambiente Voc pode organizar os programas "por tema" por exemplo, deixar todas as janelas do navegador no primeiro desktop, as janelas do editor de textos e o leitor de e-mails no segundo e assim por adiante.

Voc pode alterar a decorao das janelas, o tamanho da barra de tarefas, o conjunto de cones do sistema e assim por diante. Lembre-se que existem centenas de conjuntos de cones, papis de parede, conjuntos de sond de sistema, etc. Depois basta selecionar o arquivo do conjunto recm instalado na lista. Estas configuraes tambm se aplicam a quem tem um no-break ligado a uma das portas seriais do micro.

Neste caso preciso manter tambm o servio de sistema "ups" ativado. Para quem no tem nem uma coisa nem outra, a nica opo til a "Energy", onde voc configura a economia de energia para o monitor entre as opes.

Standby, Suspend e Power Off. Estas opes podem desligar tambm o HD, caso voc tenha configurado isso no setup do micro. Um monitor de 15" consome cerca de 90 Watts de energia, ento sempre importante fazer com que ele desligue quando o PC no estiver em uso. Antigamente se recomendava que os monitor s deveria ser desligado quando o micro fosse ficar sem uso por mais de uma hora, mas os modelos fabricados de uns dois anos pra c podem ser desligados mais freqentemente sem prejuzo para a vida til.

Voc pode configurar o suspend para 5 minutos de inatividade e o Power Off para 15 minutos por exemplo. No caso dos monitores de LCD os desligamentos depois de 15 minutos de inatividade ajudam a prolongar a vida til do aparelho.

Basicamente, a tela de um monitor de LCD como um chip, ela no tem vida til definida, pode trabalhar durante dcadas sem problemas. O que queima depois de alguns anos de uso so as lmpadas de catodo frio que iluminam a tela que tm uma vida til estimada pelos fabricantes em 10 mil horas cerca de 3 anos caso fiquem ligadas 10 horas por dia.

Estas lmpadas podem ser substitudas, mas no exatamente um conserto barato, ento o ideal faz-las durar o mximo possvel ;-. Se por acaso voc tiver um teclado padro Americano, pode mudar isso na Opo "Disposio do Teclado", mudando o modelo do teclado para "Genrico teclas", deixando o layout como "Ingls NorteAmericano com deadkeys".

O KDE permite associar atalhos de teclados para a maioria doas funes do sistema, o que voc configura na seo Atalhos de Teclado. Se voc da velha guarda e tem saudades da poca do modo texto, onde tudo era feito atravs de atalhos de teclado, se sentir em casa. Ele coordena o acesso placa de som, permitindo que vrios programas toquem sons simultaneamente, mesmo que a placa de som no oferea esse recurso via hardware, entre outros recursos.

A partir do Kurumin 3. Nesta esto disponveis opes de qualidade para arquivos em MP3 e Ogg, a prioridade do servidor de som e tambm o tamanho do buffer de udio opo Buffer de Som. Voc pode diminuir bastante a utilizao do processador ao ouvir msica e de quebra ganhar imunidade contra eventuais falhas nos momentos de atividade simplesmente aumentando o buffer para ms ou mais. Assim o sistema passa contar com uma reserva maior e pode utilizar melhor os tempos ociosos do processador para decodificar o udio.

O clipboard e o terceiro boto O boto central do mouse, que no tem muita serventia no Windows, permite copiar e colar entre aplicativos ou at mesmo entre aplicativos grficos e terminais abertos dentro da interface grfica. Basta selecionar o trecho de texto, a imagem, ou o que quiser copiar numa janela e clicar com o boto central na janela onde quiser colar a seleo. Se voc no tiver um mouse de trs botes, pressione simultaneamente os dois botes. Porm, este modo "padro" tem algumas deficincias, ele no funciona muito bem para copiar grandes quantidades de texto e o texto a ser copiado precisa ficar selecionado durante a operao.

Basicamente, voc consegue copiar o que puder ser visualizado na tela. No funciona para copiar pginas de texto do Abiword para o OpenOffice por exemplo. Pensando nisso, os desenvolvedores do KDE e do Gnome se preocuparam em incluir sistemas de copiar e colar com um funcionamento semelhante ao do Windows. O KDE inclui at um Applet, o klipper que no Kurumin pode ser instalado com o comando "apt-get install klipper" que multiplica a rea de transferncia.

Voc tem vrios slots que armazenam todas as ltimas operaes e pode colar qualquer uma das anteriores, bem prtico. Captulo 1: Conhecendo o Kurumin Este captulo um apanhado geral sobre o Kurumin, uma apresentao do sistema, seus principais recursos e as idias utilizadas no desenvolvimento do projeto. Mas, o Windows foi o primeiro sistema operacional amigvel e acessvel, que o transformou numa espcie de opo default para micros domsticos.

A Apple tinha o Mac OS, outro sistema amigvel e superior ao Windows em muitos aspectos, mas que s rodava nos computadores produzidos pela prpria Apple, muito mais caros que os PC's.

Quem precisava de um sistema robusto e confivel para seus servidores optava por uma das vrias verses do Unix, profissionais da rea grfica usavam Mac's e o resto convivia com os problemas do Windows. O Linux surgiu de uma forma completamente despretensiosa, como o projeto de um estudante Finlands.

Muitos sistemas so desenvolvidos como projetos de concluso de curso ou apenas por hobby. O que permitiu que o Linux se transformasse no que foi uma grande combinao de fatores e alguma dose de sorte. Richard Stallman criava a Free Software Fundation, que ao longo da dcada produziu a licena GNU e toda a base filosfica relacionada a ela e, mais importante, um conjunto de ferramentas, como o editor Emacs e o compilador GCC.

O Emacs um editor de texto que combina uma grande quantidade de recursos e ferramentas teis para programadores. O GCC o compilador que permite transformar o cdigo escrito nele em executveis. A idia era desenvolver um sistema operacional completo, mas para isso faltava a pea principal: o Kernel.

Imagine o Kernel como o crebro e o corao de um sistema operacional. Ele sozinho no serve para nada, mas sem ele o resto do corpo tambm no vai muito longe. Em a Free Software Fundation ainda estava dando os primeiros passos. O corpo encontrava o crebro.

O fato de o cdigo fonte estar amplamente disponvel e poder ser utilizado de forma muito liberal permitiu que muitos desenvolvedores passassem a trabalhar no sistema ainda em sua fase embrionria, adicionando novos recursos num ritmo muito rpido. Mas, durante os primeiros anos, o Linux ficou restrito a este crculo tcnico, muito longe de ser usado em larga escala.

DRIVER MODEM FB PCTEL AMR BAIXAR

Isso comeou a mudar com o aparecimento da Internet. O Apache foi um dos primeiros servidores Web a ser lanado e tornou-se rapidamente o mais usado numa poca em que existiam poucos concorrentes altura. O Apache rodava em vrias plataformas, mas o Linux tornou-se a opo mais comum, por ser rpido e estvel. Pouco tempo depois veio o servidor Samba, que permitia compartilhar arquivos numa rede Windows, de forma mais estvel e mais barata que usando um servidor Windows.

Novamente, o Linux tornou-se a opo preferida. Depois vieram os bancos de dados e muitas outras aplicaes, mas todas tinham algo em comum: sempre falvamos de servidores.

Por volta do final de foi lanada a primeira verso for Linux do Xfree. Ele um "servidor grfico", uma interface grfica usada em vrios sistemas Unix. Basicamente, antes do Xfree o Linux tinha apenas a velha interface de modo texto, o que explicava o fato dele s ser popular entre programadores e administradores de sistemas. Nesta poca comearam a surgir as primeiras distribuies Linux, que eram um jeito mais "fcil" de instalar o sistema. Ao invs de ficar compilando tudo, comeando pelo Kernel e passando por todos os aplicativos da Free Software Fundation e outros que voc pretendesse rodar, voc simplesmente passava alguns dias editando arquivos de configurao com a ajuda de alguns manuais mal escritos.

Para voc ter uma idia do tamanho da encrenca, um grande sucesso na poca era o Slackware, ainda em suas primeiras verses. Se voc algum saudosista desta poca em que "homens eram homens e compilavam seus sistemas do zero", sinta-se livre para pesquisar no Google sobre o "Linux from Scratch", um passo a passo com muitos passos Pobres mortais como eu possuem coisas mais urgentes e menos chatas a fazer Uma das primeiras verses com foco na facilidade de uso foi o Red Hat, que serviu de base para um grande nmero de distribuies, como o Mandrake, SuSE e Conectiva.

O Red Hat trouxe uma idia nova, que foi rapidamente adotada em todas as outras distribuies: um sistema de gerenciamento de pacotes. Cada programa includo era transformado num pacote compactado, que podia ser instalado atravs de um nico comando. O sistema guardava as informaes dos pacotes instalados permitindo que voc pudesse remov-los depois. No era to amigvel quanto clicar num executvel e ter um instalador grfico para te guiar durante a instalao e existiam problemas com dependncias um pacote precisa do outro, que precisa do outro, que precisa do outro Por volta de j existiam um conjunto de distribuies relativamente fceis de usar, com sistemas de instalao relativamente simples, do tipo que um tcnico mdio consegue seguir sozinho com a ajuda do manual.

Nesta poca algumas empresas passaram a portar seus sistemas e utilizar o Linux como uma forma de reduzir seus custos com licenciamento e manuteno imunidade a vrus, menos travamentos, menos reinstalaes do sistema, quem j usou o Windows 3.

O Linux dava seus primeiros passos no desktop, mas ainda existiam poucos aplicativos que rivalizassem em recursos e facilidade de uso com os do Windows. Nos anos seguintes houve um crescimento espantoso. Aquele sistema feio, difcil de usar, famoso apenas por ser estvel e bom para servidores ganhou o KDE e o Gnome, finalmente duas interfaces bonitas e fceis de usar, ferramentas de configurao automtica e um grande nmero de aplicativos incluindo compatibilidade com alguns programas e jogos do Windows atravs do Wine , o que levou a um nmero cada vez maior de desenvolvedores e usurios.

Ao contrrio de um sistema comercial, com todo o planejamento e estruturas envolvidas, o Linux desenvolvido de forma descentralizada. Qualquer um pode pegar o cdigo de algum programa, adapt-lo, acrescentar novos recursos e transform-lo em algo diferente do original, com aplicaes que o autor original no seria capaz de sequer sonhar.

Isto cresce em escala geomtrica, como uma bola de neve que vai crescendo e passando por cima de quem se atrever a oferecer resistncia. A licena GPL, pode ser resumida em 4 direitos bsicos e uma obrigao: 1- Voc tem o direito de usar o programa para qualquer fim. A forma mais eficiente de ganhar dinheiro com software livre vender suporte e servios de personalizao sobre os programas e distribuies que voc domina.

Para o cliente acaba sendo vantajoso, pois o custo de implantao ser o gasto com a consultoria e treinamentos, enquanto ao implantar um software comercial qualquer ele gastaria tambm com as licenas de uso. Se voc desenvolve um software por hobby, ou por us-lo internamente na sua empresa e no possui interesse em explor-lo comercialmente, voc pode simplesmente divulgar o cdigo fonte para todo mundo, este o caminho mais lgico se voc pretende atrair outros interessados em ajud-lo no desenvolvimento.

Mas, caso voc pretenda receber pelo seu trabalho de desenvolvimento, existem duas opes: 1- voc pode distribuir o software livremente para aumentar a base de usurios e ganhar. No existe nada de errado com este modelo, mas voc perde a possibilidade de ter contribuies de outros desenvolvedores. Por exemplo, uma revista pode distribuir alguns softwares GPL no meio de um monte de aplicativos fechados na mesma edio.

Os softwares GPL continuam sendo GPL, com todas regras que vimos acima, enquanto os softwares comerciais continuam sendo fechados. A revista deve incluir o cdigo fonte dos aplicativos GPL ou pelo menos a informao de como obt-los via Internet mas naturalmente no precisa fazer o mesmo com os outros aplicativos includos no CD.

Voc pode tambm usar algum software GPL em conjunto com o seu aplicativo comercial, desenvolvendo um aplicativo qualquer que utiliza o Postgree SQL um servidor de banco de dados por exemplo. Uma coisa no interfere com a outra. Um exemplo: desenvolvi o Kurumin usando como base dois projetos j existentes, o Knoppix e o Debian. O Knoppix entrou com sistema de deteco de hardware e configurao automtica e o Debian com toda a base do sistema, como os pacotes e ferramentas de administrao como o apt-get.

Ao invs de ter que ficar compilando tudo posso usar os pacotes do Debian que j esto prontos e ao invs de ficar desenvolvendo mais um ferramenta de deteco posso usar o sistema do Knoppix que funciona extremamente bem. Como a parte funcional do sistema j est pronta, posso trabalhar personalizando o sistema, desenvolvendo scripts de instalao, ferramentas de configurao, adicionando novos recursos e corrigindo problemas.

Comeo do ponto aonde os outros j chegaram, aproveitando todo o esforo anterior. Quando algum desenvolve um projeto derivado, uma outra distribuio Linux usando o Kurumin como base, como o Kalango ou o Dizinha, ganho novamente, pois posso utilizar as correes e novos recursos adicionados neles.

Muitas pessoas que utilizam o Kurumin acabam contribuindo com solues para problemas e melhorias diversas postando no frum. Para eles interessante fazer isso, pois os problemas so resolvidos nas novas verses, evitando que eles precisem ficar corrigindo manualmente os novos problemas indefinidamente. Ou seja, este um modelo que permite que tanto o desenvolvedor quanto os usurios ganhem. Tornando o Linux fcil de usar Hoje em dia j existem ferramentas suficientes para desenvolver distribuies muito fceis de usar.

Quase toda a configurao do sistema pode ser feita de forma automtica e no mais necessrio sequer instalar o sistema, pois ele pode rodar a partir de um live-CD. A instalao de novos programas simples e pode ser automatizada atravs de scripts, existe suporte quase todo tipo de hardware: mesmo softmodems, scanners e cmeras digitais no so um problema se voc pesquisar um pouco antes de baixar. Com exceo de aplicativos muito especializados, como o AutoCAD, Corel e Premier, existem boas alternativas para quase todas as reas e existe suporte a programas nativos do Windows atravs do Wine que devagar vai aumentando sua lista de compatibilidade ou atravs do VMware, que aborda o problema de uma forma diferente, permitindo rodar uma cpia completa do Windows dentro de uma janela.

Ainda existem muitas deficincias, mas por outro lado tambm vrios pontos em que o Linux j mais forte. Apesar de todos os progressos em termos de facilidade de uso, notcias sobre vrus, trojans e pragas em geral para Linux so raras, ao contrrio do que vemos no mundo Windows.

:.Geral Downloads Setembro

Voc no precisa sacrificar o desempenho da sua mquina mantendo um antivrus ativo e atualizando-o religiosamente apenas para ser surpreendido pela ltima verso do vrus da moda que chegou por e-mail.

A instalao de novos programas mais simples na maioria dos casos, pois os programas so mais acessveis. Voc no precisa gastar um monte de dinheiro, ou ir at o camel da esquina e depois ficar zanzando pelos sites de cracks e pegar mais vrus Na maioria dos casos basta baixar o programa e instalar. Como a filosofia do Open Source privilegia a troca de informaes e a cooperao, fcil achar informaes na Web e, se voc for educado, ajuda nos fruns. Como em qualquer sociedade possvel encontrar todo tipo de pessoas, existem alguns grupos elitistas e gente mal educada, mas em geral eles so as excees, no a regra.

Como usurio ou como desenvolvedor, voc tem acesso a uma grande quantidade de informao e a chance de aprender mais. A chave para criar uma distribuio Linux fcil de usar e que possa ser realmente usada por uma grande base de usurios aproveitar estes pontos fortes e ao mesmo tempo concentrar os esforos em minimizar os pontos fracos.

Imagine que quase todo mundo que usa um computador comea usando o Windows. Com todos os seus problemas um sistema familiar para a maioria das pessoas.

Quando voc tem um problema, fcil conseguir ajuda com algum amigo ou parente, existem hordas de fuadores que sabem reinstalar o sistema em casos de problemas e resolver problemas comuns. Quase todas as distribuies atuais possuem uma instalao relativamente simples. O problema comea logo depois que a instalao concluda: Como conectar na Internet?

Como instalar novos programas? Onde configuro a impressora? Por que o som funciona neste programa e no funciona no outro? Por que o meu modem no funciona?

Como instalo? Como consigo instalar o Quake 3 e o Diablo 2? Por que minha placa de vdeo est com o 3D desabilitado? Onde altero a resoluo de vdeo? Como fao para sincronizar os dados com meu Palm? Como instalo meu scanner? Onde mudo a velocidade do cursos do mouse? Como fao para acessar a pgina do meu banco que usa Java? Como fao para entrar naquele site que usa animaes em flash?

Como fao compartilhar arquivos com o micro do quarto que roda Windows? Quero instalar o Linux na minha empresa, como fao para rodar meu sistema de controle de caixa?

Como fao para converter um arquivo Wav em Mp3? Assim como Need For Speed: Import charges previously quoted are subject ame change if you increase fb pctel amr. Placas de Rede Encore: And our facebook page has likes so far. Tabela comparativa de preços AMD vs. Este blog é melhor visualizado com: AudioBlitz 3D Windows 3. View saved quotes Close.

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