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Ele também sabia que sua melhor resposta seria osilêncio. Um silêncio que Crowley sabia que iria obrigarHalt a raciocinar um pouco mais e de um jeito que detes-tava. Sempre foi assim, Halt. A regra é igual para to-dos os arqueiros: o reino em primeiro lugar. Esse é nossojuramento.

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Todos o fizemos, você, eu, Will. Houve um silêncio zangado entre os dois homens,que ficou ainda pior por causa dos anos que tinham vividocomo amigos e camaradas. Crowley se deu conta de queHalt provavelmente era o seu melhor amigo. Agora, aliestavam eles, trocando palavras amargas e discutindo irri-tados.

Ou servendido como escravo e se perder para sempre. Prometi a ele — acres- Aoouvir a resposta, Halt endireitou os ombros. Crowley olhou para a escrivaninha. Ele se recusa a me ver? Em seu lugar, ficou uma raiva amarga. Will deu de ombros sem saber a resposta. Napraia, havia apenas algumas cabanas pequenas em ruínas,mas nenhum sinal de cidade ou de pessoas. Svengal, enrolando um pedaço de corda com cui-dado, riu da ignorância do rapaz. Aqui é Skorghijl.

Vamos nos abrigar aqui atéque eles passem. É para isso que servem aquelas cabanas. Quanto tempo isso vai levar? Quem sabe? Ele se afastou com o rolo de corda no ombro edeixou os dois jovens explorarem a vizinhança. As bordas dos penhascos esta-vam cobertas pelo branco da neve e do gelo.

O resto erampedras e argila, granito negro e cinza desbotado. Era comose os deuses adorados pelos escandinavos tivessem remo-vido todos os vestígios de cor daquele pequeno mundopedregoso. O navio deslizou pela baía até a praia. Will e Evanlyn se levantaram com as pernas vaci-lantes depois de dias de movimento constante. Ouviu-se o barulho de madeira batendo em madei-ra quando os remos foram puxados e guardados dentrodo navio.

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Erak enrolou uma tira de couro no leme paraevitar que batesse com o movimento da maré e olhou ra-pidamente para os dois prisioneiros. Skorghijl era uma ilha com cerca de doisquilômetros de largura em seu ponto mais largo. Os dois ficaram de pé hesitantes. Ela tropeçou e caiu apoiada num dos joelhos. A cabeça de Will girava.

Evanlyn tinha conseguidorecuperar o equilíbrio. A gentevai se sentir melhor quando sentar. Evanlyn estava se sentindo um pouco melhor. Ninguém sabepor quê. Will gemeu quando ouviu falar de comida. Mesmoassim, levantou-se vacilante do banco e pegou a pedra defogo que Erak lhe oferecia. Ele e Evanlyn foram até o lo-cal em que deveriam acender a fogueira. Do lado, haviauma pilha de madeira seca pelo sol e pelo sal. Algumas das Evanlyn, por sua vez, reuniu pedaços de musgo se-co para ajudar a fazer o fogo pegar.

Em 5 minutos, elestinham acendido uma pequena fogueira cujas chamaslambiam avidamente os pedaços maiores de madeira queagora juntavam ao fogo. Will se virou rapidamente para ela, devolvendo osorriso.

Suspirou pro-fundamente. Ele se sentiu confuso. Evanlyn olhou para ele outravez e, dessa vez, Will foi o primeiro a sorrir. Era bom que osdois tivessem a amizade um do outro.

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A vida ia ser difícilpara eles quando chegassem a Hallasholm e à corte deRagnak. Eles seriam vendidos como escravos e levariamuma vida de trabalho braçal pesado, sem descanso e semliberdade.

Seria um dia difícil depois do outro, mês apósmês, ano após ano. Uma pessoa que vivesse desse jeitoprecisaria de um amigo. Seria demais dizer que Erak gostava dos dois jo-vens, mas eles tinham conquistado o respeito dele.

O garoto era um lutador. Ele tinha derrubado os Wargals como pinos de bolichecom seu pequeno arco. E a menina também tinha mostrado muita cora-gem, primeiro ao garantir que o fogo estivesse bem aceso Os doiseram muito jovens e tinham muita coisa para viver no fu-turo. Ele balançou a cabeça zanga-do, afastando o humor sombrio que tinha tomado contadele.

Erak percebeu que um dos remadores estavatentando tirar um pedaço de carne de porco do saco àsescondidas. Naquele exato momento, porém, os negócios esta-vam um tanto parados e o motivo estava sentado numadas mesas simples e manchadas perto da lareira.

A voz apenas levemente arrastada lembrava ao do-no do lugar que aquela era a oitava ou nona vez que ele iaencher a caneca com o conhaque barato e forte vendidonos bares em portos como aquele. Seus clientes habituais, com seu instinto excepcio-nal para prever problemas, tinham desaparecido quando opequeno homem chegou e começou a beber daquele jeitodescontrolado. O homem podia serpequeno e estar bêbado, mas sua capa cinza-esverdeado ea bainha para duas facas que levava no quadril esquerdomostravam que se tratava de um arqueiro.

O estivador aprendeu isso do jeito mais difícil. Seus companheiros saíram apressadospara um ambiente mais seguro e amistoso. O arqueiro osviu sair e fez sinal para que lhe servissem mais bebida. Os olhos dos poucosclientes restantes ficaram presos à pequena figura sentada E um idiota — eledisse claramente.

Ninguém se mexeu. Aquela conversa eraperigosa. Olharesnervosos foram trocados. E a aljava ao seu lado estava cheia de flechas. Todos sabiam que a primeira pessoa que tentasse atraves-sar a porta da frente seria rapidamente seguida por umadelas.

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E todos sabiam que os arqueiros, mesmo bêbados,raramente erravam um alvo. No entanto, ficar ali enquanto o arqueiro censuravae insultava o rei era igualmente perigoso. Ouvi dizer que ele é, naverdade, o filho de um limpador de banheiros bêbado. Escolham o que prefe-rirem. Aquilo estava ficando cada vez mais perigoso. O carroceiro resmungou e se mexeu na cadeira semquerer fazer contato visual. Mesmo tomando todo o cuidado, a tranca fez umpequeno clique quando se fechou.

O olhar do arqueiro,desconfiado e interrogativo, saltou para o dono da taver-na. À medida que os minutos se arrastavam, os insultose ofensas ao rei Duncan ficavam mais animados e atrevi-dos. O dono da taverna engoliu em seco ansioso. Sua mu-lher tinha saído havia dez minutos. No mesmo instante em que esses pensamentospassavam por sua cabeça, a porta da frente se abriu fazen-do ranger as dobradiças, e um grupo de cinco homens,liderados por um cabo, entrou no aposento mal ilumina-do.

Cada um estava armado com uma espada comprida e Seus olhos se estreitaram quan-do viu a figura curvada sobre a mesa. A ponta cinti-lante mirava a testa do cabo, e o arco estava esticado etenso. O cabo parou, olhando a morte de frente. Solte a arma — ele disse. Mas faltava autoridade em sua voz, e ele sabia dis-so. Uma coisa era manter bêbados das docas e arruaceirosna linha, outra totalmente diferente era enfrentar um ar-queiro, um lutador habilitado e assassino treinado. Mesmoum cavaleiro iria pensar duas vezes sobre um confrontodessa natureza.

Aquilo estava muito além da capacidadede um simples cabo da guarda. A flecha continuou a mirar sua testa, na altura dosolhos. Hesitantemente, ele deu um passo à frente. A ordem foi simples e clara.

Ele respirou fundo. Tinha jurado leal-dade ao rei. Mas sua palavra significava tanto pa-ra ele quanto para um oficial bem-nascido. Ele tinha fica- Agoratinha chegado o momento de receber o pagamento poraqueles anos de autoridade e respeito.

Ele deu mais umpasso. E percebeu o que tinha acontecido. A corda tinhaarrebentado. Quando o arqueiro foi derrubado pela chuva de so-cos, ninguém percebeu que ele deixou cair a pequena facaque usou para cortar a corda. Will estava correndo em Skorghijl pela ilha deserta varri-da pelo vento. Will tinha certeza de que essa oportunidade iria a-parecer. Ele se obrigou a subir uma rampa íngreme, fazendopequenas pedras e argila deslizarem e cederem debaixo deseus pés.

Quanto mais ele subia, mais o vento puxava suas Como fazia normalmente quando chegava a esseponto, ele observou o oceano em busca do sinal de algumnavio. Ele olhou para o porto. As duas cabanas grandespareciam ridiculamente pequenas de onde estava.

Aoutra era a sala de refeições onde passavam a maior partedo tempo, discutindo, jogando e bebendo. Ao lado dodormitório, construída ao longo das compridas paredes,estava a varanda que Erak tinha destinado para Will e E-vanlyn. Will tinha es-tendido um cobertor de um lado a outro para que Evanlyntivesse um pouco de privacidade. Ela estava sentada do lado de fora da varanda. Mesmo daquela distância, Will conseguia ver seus ombroscurvados e desanimados e ficou preocupado. Alguns diasantes, tinha sugerido que ela o acompanhasse em sua ten-tativa de manter o corpo em boa forma.

Evanlyn rejeitou Ele ficou confuso e magoado com a atitude dela. Essa nova Evanlyn estava estranhamente desani-mada. Sua atitude negativa o surpreendia. Ele nunca ima-ginou que ela seria o tipo de pessoa que iria desistir quan-do os problemas ficassem muito difíceis. Afastando os pen-samentos com um gesto dos ombros, começou a descer openhasco.

A superfície escorregadia e traiçoeira de-baixo dos pés fazia que ele tivesse que correr cada vezmais depressa para manter o equilíbrio, provocando pe-quenos deslizamentos de terra à medida que descia. Will sorriu para ela, Evanlyn devolveu o sorriso e sesentou ao lado dele na praia.

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Ela fez um gesto vago que incluiu a praia onde eletinha acabado de se exercitar e o penhasco que escalou edesceu. Ele franziu um pouco a testa. Will tentou manter um Nunca é perda de tempo se manterem forma. Que chance teríamos? Will sabia que teria que ser cuidadoso naquele mo-mento.

O mais im-portante é manter uma atitude positiva. Halt me ensinou isso. Ela estava balançando a cabeça novamente, mas es-tava tranquila. Quem viria resgatar um a-prendiz de arqueiro e uma criada? Quer dizer, sei que Halt Quem iria pagar um bom dinheiro por nós?

Will olhou para ela como se estivesse louca. Naverdade, por um momento, ele se perguntou se ela estavabem. Ela certamente parecia estar fora da realidade.

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O sorriso desapareceu do rosto de Will. Ele olhoufixamente para ela, sem saber se tinha ouvido bem. Aquilo eradifícil demais para compreender. Eu sinto tanto, Will. Eu devia ter lhecontado antes. Eu estava viajando disfarçada em Céltica,quando vocês me encontraram — ela explicou. Maspercebi que, se o fizesse, você iria insistir em me levar devolta ao meu pai imediatamente. Will balançou a cabeça, tentando assimilar o que es-tava ouvindo.

Ele olhou em volta do pequeno porto cer-cado por penhascos. Ela sorriu para ele com tristeza. Se você soubesse quem eu era, nun-ca teríamos seguido os Wargals e nunca teríamos encon-trado a ponte. Houve um longo momento de silêncio entreos dois. Princesa Cassandra. Daí vou encontrar Como prin-cesa Cassandra de Araluen, ela valeria uma pequena fortu-na para o Oberjarl.

Halt em Perigo (Rangers Ordem dos Arqueiros #9)

Tenho certeza de quemeu pai vai concordar. E Will sabia que esse era o problema. Talvez elaconseguisse convencer o pai se pudesse falar com ele pes-soalmente. No-bres e princesas podiam ser resgatados. Na verdade, issoacontecia muitas vezes em tempos de guerra. Os escandinavos poderiam muito bem ficar relutantes emlibertar um arqueiro, mesmo UM aprendiz, que poderiacausar problemas para eles no futuro. Amensagem levaria meses, talvez grande parte de um ano,para chegar a Araluen.

A resposta de Duncan poderia le- Durante todoesse tempo, Evanlyn seria mantida confortavelmente emsegurança, pois afinal era uma propriedade valiosa. Masquem poderia dizer o que aconteceria a Will?

Ele poderiaestar morto quando o resgate fosse pago. Por isso, relaxe e deixe tudo comi-go. Vou conseguir que a gente volte para casa.

Will abriu a boca, pronto para explicar o que estavapensando. Ela era tei-mosa e determinada e estava acostumada a fazer as coisasdo seu jeito. Will sorriu para ela e mostrou que concordavacom um gesto. Mas era apenas uma sombra do seu sorrisohabitual. As torres altas encimadas por pilares que subiamaos céus tinham uma graça quase viva que destoava daforça e da solidez do castelo. As muitas torres elevadas davam ao castelo um to-que de luz, ar e elegância.

As janelas altas eram feitas de vitrais que cintilavamsob a luz baixa do sol de inverno. O tro-no de Duncan, um objeto simples escavado em carvalhoencimado por uma folha de carvalho esculpida, dominavaa parede norte.

Do lado oposto, havia bancos e mesas demadeira para os membros do gabinete do rei. Naquele dia, por ordem de Duncan, havia apenascerca de dez pessoas presentes — o mínimo exigido porlei para que se fizesse justiça. Ele estava sentado no trono com a testa franzida,olhando para a frente, os olhos presos nas enormes portasduplas do outro lado da sala. Sua grande espada, em cujopunho estava esculpida a cabeça de um leopardo que era ainsígnia pessoal de Duncan, descansava na bainha e estavaapoiada no braço direito do trono.

O rei olhou para ele e ergueu as sobrancelhas numapergunta silenciosa, e o tesoureiro fez um sinal com a ca-beça. Mas era um excelente administrador e, em grande partepor sua ajuda, o reino de Araluen vinha sendo próspero eforte havia muito tempo. Duncan era um rei popular e justo. Porque naquele dia ele teria quefazer um homem que tinha sido seu amigo e servo lealcumprir uma dessas leis. Lorde Anthony se mexeu inquieto. Anthony se virou para observar a sala do trono.

Omovimento fez com que as poucas pessoas reunidas ali semexessem e olhassem para as portas esperançosamente. Quando pararam, um pequenogrupo de homens entrou, avançando no ritmo lento damarcha cerimonial até a base dos degraus largos que leva-vam ao trono. Eram quatro homens ao todo. Três deles usavammantos, malhas e capacetes da guarda do rei.

O quarto erauma figura pequena, vestida com roupas de um cinza everde indefinidos. Ele estava com a cabeça descoberta eseus cabelos eram de um cinza sal e pimenta, despentea-dos e mal cortados. Duncan viu que o rosto do pequeno homem estava man- O olhar dos dois homens se encontrou. Por um breve momento, Duncan imaginou ter visto umaimensa e profunda tristeza ali.

Lorde Anthony reagiu como se tivesse sido picadopor um inseto. Sua voz soou forte no aposento quase vazio. Ocorreu aDuncan que ninguém presente na sala estava apreciando acena. Halt era uma figura muito conhecida e respeitada noreino. Ele hesitou, sabendo o que deveria fazer em segui-da, mas detestando cada momento. Na verdade, cabia a Duncan lhe dar essa ordem. Por favor, leia asacusações.

Anthony pigarreou, pouco à vontade com atarefa que tinha a realizar. Um suspiro quase inaudível vindo do pequeno gru-po de testemunhas chegou claramente até os dois homensna plataforma do trono. Duncan olhou para cima paradescobrir de onde o som tinha vindo. Ou possivelmente Crowley,comandante do Corpo de Arqueiros.

Os dois homens e-ram os mais velhos amigos de Halt. Havia apenas duas punições possíveis. O olhar de Anthony ficou preocupado. Alei é clara nesse assunto. Escutaram quando disse algumas Mas, como rei,devia preservar a dignidade de seu posto. Aquela era a vez de Halt dar de ombros. Os olhosdele se desviaram dos do rei.

O olhar de Halt encontrou o dele outra vez. Talvez o senhor pudesse me acusar também de embria-guez, lorde Anthony — Halt acrescentou, obrigando-se amostrar um sorriso sem humor.

Dessa vez, a calma e o senso de protocolo de lordeAnthony foram abalados. Admi-tidas pelo prisioneiro. Duncan ficou sentado por muito tempo sem falar. Mas Duncan realmente acreditava que a pre-sença de Halt era essencial em Araluen até que o proble-ma com Foldar estivesse resolvido. A cada dia que passa-va, o antigo tenente de Morgarath estava se tornando umperigo maior, e Duncan queria que seus melhores conse-lheiros lidassem com o problema.

E Halt realmente estava entre os melhores. Frustrado, Duncan tamborilou os dedos no braçode madeira do trono. Em todos os anos queeles se conheciam, Halt nunca tinha colocado seus interes-ses à frente dos do reino.

Agora, aparentemente por causade rancor e raiva, tinha permitido que a bebida atrapalhas-se seu raciocínio e provocasse esse julgamento. Duncan olhou pa-ra seu velho amigo e conselheiro.

Talvez se ele pedisse misericórdia, implorasse clemência