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BAIXAR NORMA NBR 6118


Projeto de estruturas de concreto —. Procedimento. Design of concrete structures — Procedure. ABNT NBR A NBR é uma das normas técnicas da ABNT, que rege o projeto de A “ NBR – Estruturas de concreto armado – Procedimento” é uma norma . [ wp-embedder-pack width=”%” height=”px” download=”all”. Sobre: NBR - Projeto de estruturas de concreto - Procedimento ( versão corrigida) Download. Tweet . ABNT NBR Ancoragem de armaduras ativas (fios e cordoalhas pré-tracionadas) por.

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NORMA 6118 BAIXAR NBR

Sua preveno requer medidas especficas, que devem ser observadas em projeto, de acordo com esta Norma ou Normas Brasileiras especficas. Existem dois tipos de regras de detalhamento: aquelas de elementos como lajes, vigas, pilares etc. Essa fora no pode provocar, na armadura correspondente, acrscimos de tenso superiores a MPa no caso de fios ou barras lisas e a MPa em barras nervuradas. Os símbolos-base, utilizados com mais frequência nesta Norma, encontram-se estabelecidos em 4. Na falta de ensaios ou valores fornecidos pelo fabricante, o mdulo de elasticidade do ao pode ser admitido igual a GPa. Para os efeitos desta Norma, so classificados nos quatro grupos bsicos a seguir relacionados: a. Consideram-se em boa situao quanto aderncia os trechos das barras que estejam em uma das posies seguintes:. Os eventuais efeitos de fissurao e deformao lenta devem ser considerados de forma anloga aos procedimentos expostos na Seo Os valores de Rd e Rd so estabelecidos, em cada caso particular, a partir das teorias de resistncia dos elementos estruturais considerados. A ruptura frgil est associada a posies da linha neutra no domnio 4, com ou sem armadura de compresso.

A NBR é uma das normas técnicas da ABNT, que rege o projeto de A “ NBR – Estruturas de concreto armado – Procedimento” é uma norma . [ wp-embedder-pack width=”%” height=”px” download=”all”. Sobre: NBR - Projeto de estruturas de concreto - Procedimento ( versão corrigida) Download. Tweet . ABNT NBR Ancoragem de armaduras ativas (fios e cordoalhas pré-tracionadas) por. ABNT - Todos os direitos reservados v ABNT NBR .. Download Full EPUB Ebook here { sjlfreehosting.info }. A revisão na NBR , publicada em , trouxe algumas mudanças que . A norma fala ainda que a comparação pode ser feita com os. Download full-text PDF. Content uploaded by Impact of standard ABNT NBR in the budget of a reinforced concrete structure.

A fora de ruptura mnima, medida na barra soldada, deve satisfazer o especificado na ABNT NBR , e o alongamento sob carga deve ser tal que no comprometa a dutilidade da armadura.

O valor do mdulo de elasticidade deve ser obtido em ensaios ou fornecido pelo fabricante. Na falta de dados especficos, pode-se considerar o valor de GPa para fios e cordoalhas. Os valores caractersticos da resistncia ao escoamento convencional fpyk, da resistncia trao fptk e o alongamento aps ruptura uk das cordoalhas devem satisfazer os valores mnimos estabelecidos na ABNT NBR Para clculo nos estados-limite de servio e ltimo, pode-se utilizar o diagrama simplificado mostrado na Figura 8.

Para efeito de projeto, os valores de da Tabela 8. Devem ser obedecidas no projeto as exigncias estabelecidas nesta seo, relativas aderncia, ancoragem e emendas das armaduras. As condies especficas, relativas proteo das armaduras, situaes particulares de ancoragens e emendas e suas limitaes frente natureza dos esforos aplicados, em regies de descontinuidade e em elementos especiais, so tratadas nas Sees 7, 18, 21 e 22, respectivamente. Os nveis de protenso esto relacionados com os nveis de intensidade da fora de protenso que, por sua vez, so funo da proporo de armadura ativa utilizada em relao passiva ver 3.

Consideram-se em boa situao quanto aderncia os trechos das barras que estejam em uma das posies seguintes:.

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Os trechos das barras em outras posies, e quando do uso de formas deslizantes, devem ser considerados em m situao quanto aderncia. Todas as barras das armaduras devem ser ancoradas de forma que as foras a que estejam submetidas sejam integralmente transmitidas ao concreto, seja por meio de aderncia ou de dispositivos mecnicos ou por combinao de ambos.

Acontece quando os esforos so ancorados por meio de um comprimento reto ou com grande raio de curvatura, seguido ou no de gancho.

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Com exceo das regies situadas sobre apoios diretos, as ancoragens por aderncia devem ser confinadas por armaduras transversais ver 9. Acontece quando as foras a ancorar so transmitidas ao concreto por meio de dispositivos mecnicos acoplados barra. Ancoragem de armaduras passivas por aderncia Prolongamento retilneo da barra ou grande raio de curvatura. As barras tracionadas podem ser ancoradas ao longo de um comprimento retilneo ou com grande raio de curvatura em sua extremidade, de acordo com as condies a seguir: a.

Podem ser utilizadas vrias barras transversais soldadas para a ancoragem de barras, desde que ver Figura 9. Os ganchos das extremidades das barras da armadura longitudinal de trao podem ser: a Para as barras lisas, os ganchos devem ser semicirculares. O dimetro interno da curvatura dos ganchos das armaduras longitudinais de trao deve ser pelo menos igual ao estabelecido na Tabela 9. Tabela 9. Para ganchos de estribos, ver 9.

Quando houver barra soldada transversal ao gancho e a operao de dobramento ocorrer aps a soldagem, devem ser mantidos os dimetros dos pinos de dobramento da Tabela 9. Caso essa distncia seja menor, ou o ponto se situe sobre o trecho curvo, o dimetro do pino de dobramento deve ser no mnimo igual a Quando a operao de soldagem ocorrer aps o dobramento, devem ser mantidos os dimetros da Tabela 9.

Define-se comprimento de ancoragem bsico como o comprimento reto de uma barra de armadura passiva necessrio para ancorar a fora-limite Asfyd nessa barra, admitindo-se, ao longo desse comprimento, resistncia de aderncia uniforme e igual a fbd, conforme 9. Permite-se, em casos especiais, considerar outros fatores redutores do comprimento de ancoragem necessrio.

Para os efeitos desta subseo, observado o disposto em 9. Se a ancoragem envolver barras diferentes, prevalece, para esse efeito, a de maior dimetro.

Deve ser verificada a armadura em duas direes transversais ao conjunto de barras ancoradas. Essas armaduras transversais devem suportar as tenses de fendilhamento segundo os planos crticos, respeitando o espaamento mximo de 5 onde o dimetro da barra ancorada.

Quando se tratar de barras comprimidas, pelo menos uma das barras constituintes da armadura transversal deve estar situada a uma distncia igual a quatro dimetros da barra ancorada alm da extremidade da barra. A armadura transversal adicional deve ser obrigatria e obedecer ao estabelecido em 9.

Norma Comentada: ABNT NBR 6118 – Estruturas de Concreto Armado – Procedimento

Aplica-se o disposto em 9. Quando a tela for composta de fios lisos ou com mossas, podem ser adotados os mesmos critrios definidos para barras nervuradas, desde que o nmero de fios transversais soldados ao longo do comprimento de ancoragem necessrio seja calculado conforme a expresso: n4 9. Comprimento de transferncia l bpt. O clculo do comprimento necessrio para transferir, por aderncia, a totalidade da fora de protenso ao fio, no interior da massa de concreto, deve simultaneamente considerar: b.

Nesse caso os valores calculados em a devem ser multiplicados por 1, As armaduras transversais na zona de ancoragem podem ser calculadas de acordo com A ancoragem dos estribos deve necessariamente ser garantida por meio de ganchos ou barras longitudinais soldadas.

O dimetro interno da curvatura dos estribos deve ser no mnimo igual ao valor dado na Tabela 9. Desde que a resistncia ao cisalhamento da solda para uma fora mnima de Asfyd seja comprovada por ensaio, pode ser feita a ancoragem de estribos, por meio de barras transversais soldadas, de acordo com a Figura 9.

Quando forem utilizados dispositivos mecnicos acoplados s armaduras a ancorar, a eficincia do conjunto deve ser justificada e, quando for o caso, comprovada atravs de ensaios. O projeto deve prever os efeitos localizados desses dispositivos, por meio de verificao da resistncia do concreto e da disposio de armaduras adequadas para resistir as foras geradas e manter as aberturas de fissuras nos limites especificados, conforme indicado em Esse tipo de emenda no permitido para barras de bitola maior que 32 mm.

Cuidados especiais devem ser tomados na ancoragem e na armadura de costura dos tirantes e pendurais elementos estruturais lineares de seo inteiramente tracionada. No caso de feixes, o dimetro do crculo de mesma rea, para cada feixe, no pode ser superior a 45 mm, respeitados os critrios estabelecidos em 9. Quando as barras tm dimetros diferentes, o comprimento de traspasse deve ser calculado pela barra de maior dimetro ver Figura 9.

A adoo de propores maiores que as indicadas deve ser justificada quanto integridade do concreto na transmisso das foras e da capacidade resistente da emenda, como um conjunto, frente natureza das aes que a solicitem.

Quando se tratar de armadura permanentemente comprimida ou de distribuio, todas as barras podem ser emendadas na mesma seo. A armadura transversal na emenda deve ser justificada, considerando o comportamento conjunto concreto-ao, atendendo ao estabelecido em 9.

Devem ser mantidos os critrios estabelecidos para o caso anterior, com pelo menos uma barra de armadura transversal posicionada 4 alm das extremidades da emenda.

Podem ser feitas emendas por traspasse em feixes de barras quando, respeitado o estabelecido em 9. As emendas das barras do feixe devem ser separadas entre si 1,3 vez o comprimento de emenda individual de cada uma.

Para emendas rosqueadas ou prensadas a resistncia da emenda deve atender aos requisitos de normas especficas. As emendas por solda exigem cuidados especiais quanto composio qumica dos aos e dos eletrodos e quanto s operaes de soldagem que devem atender s especificaes de controle do aquecimento e resfriamento da barra, conforme normas especficas.

As emendas por solda podem ser: de topo, por caldeamento, para bitola no menor que 10 mm; de topo, com eletrodo, para bitola no menor que 20 mm; por traspasse com pelo menos dois cordes de solda longitudinais, cada um deles com comprimento no inferior a 5 , afastados no mnimo 5 ver Figura 9.

As emendas por solda podem ser realizadas na totalidade das barras em uma seo transversal do elemento estrutural. Devem ser consideradas como na mesma seo as emendas que de centro a centro estejam afastadas entre si menos que 15 , medidos na direo do eixo da barra. A resistncia de cada barra emendada deve ser considerada sem reduo. Para emendas soldadas, a resistncia da emenda deve atender aos requisitos de normas especficas.

Durante as operaes de protenso, a fora de trao na armadura no pode superar os valores decorrentes da limitao das tenses no ao correspondentes a essa situao transitria, fornecidos em 9. Aps o trmino das operaes de protenso, as verificaes de segurana devem ser feitas de acordo com os estados-limites conforme a Seo Ao trmino da operao de protenso, a tenso p0 x da armadura pr-tracionada ou ps-tracionada, decorrente da fora P0 x , no pode superar os limites estabelecidos em 9.

Por ocasio da aplicao da fora Pi, se constatadas irregularidades na protenso, decorrentes de falhas executivas nos elementos estruturais com armadura ps-tracionada, a fora de trao em qualquer cabo pode ser elevada, limitando a tenso pi aos valores estabelecidos em 9. Os valores mdios, calculados de acordo com 9.

As tenses induzidas no concreto pelas ancoragens de protenso somente podem ser consideradas linearmente distribudas na seo transversal do elemento estrutural a uma distncia da extremidade dessas armaduras, chamada distncia de regularizao, determinada com base no que estabelecido em 9.

As armaduras passivas nessas zonas de introduo de foras devem ser calculadas de acordo com as disposies da Seo Quando tal difuso, partindo da alma, atinge o plano mdio da mesa, pode-se admitir que a difuso ao longo da mesa se faz tambm conforme o ngulo de abertura. No caso de elementos pr-tracionados, a distncia de regularizao lp deve ser obtida pela expresso: 2.

Para as sees no retangulares, o comprimento de regularizao pode ser calculado de forma semelhante indicada em 9. O projeto deve prever as perdas da fora de protenso em relao ao valor inicial aplicado pelo aparelho tensor, ocorridas antes da transferncia da protenso ao concreto perdas iniciais, na pr-trao , durante essa transferncia perdas imediatas e ao longo do tempo perdas progressivas.

Consideram-se iniciais as perdas ocorridas na pr-trao antes da liberao do dispositivo de trao e decorrentes de: a. A avaliao das perdas iniciais deve considerar os efeitos provocados pela temperatura, quando o concreto for curado termicamente. A variao da fora de protenso em elementos estruturais com pr-trao, por ocasio da aplicao da protenso ao concreto, e em razo do seu encurtamento, deve ser calculada em regime elstico, considerando-se a deformao da seo homogeneizada.

O mdulo de elasticidade do concreto a considerar o correspondente data de protenso, corrigido, se houver cura trmica. Para os sistemas usuais de protenso, as perdas imediatas so as devidas ao encurtamento imediato do concreto, ao atrito entre as armaduras e as bainhas ou o concreto, ao deslizamento da armadura junto ancoragem e acomodao dos dispositivos de ancoragem, como detalhado em 9.

Nos elementos estruturais com ps-trao, a protenso sucessiva de cada um dos n grupos de cabos protendidos simultaneamente provoca uma deformao imediata do concreto e, consequentemente, afrouxamento dos cabos anteriormente protendidos. A perda mdia de protenso, por cabo, pode ser calculada pela expresso:. Os valores parciais e totais das perdas progressivas de protenso, decorrentes da retrao e da fluncia do concreto e da relaxao do ao de protenso, devem ser determinados considerando-se a interao dessas causas, podendo ser utilizados os processos indicados em 9.

Nesses processos admite-se que exista aderncia entre a armadura e o concreto e que o elemento estrutural permanea no estdio I. Esse processo pode substituir o estabelecido em 9. O valor absoluto da perda de tenso devida fluncia, retrao e relaxao, com c,p0g em megapascal e considerado positivo se for de compresso, dado por: a.

Quando as aes permanentes carga permanente ou protenso so aplicadas parceladamente em idades diferentes portanto no so satisfeitas as condies estabelecidas em 9. Pode ser considerada a relaxao isolada de cada cabo, independentemente da aplicao posterior de outros esforos permanentes.

Para tenses inferiores a 0,5 fptk, admite-se que no haja perda de tenso por relaxao. Para tenses intermedirias entre os valores fixados na Tabela 8. Pode-se considerar que para o tempo infinito o valor de t,t0 dado por t, t0 2,5 A segurana das estruturas de concreto deve sempre ser verificada em relao aos seguintes estados-limites ltimos: a. A segurana das estruturas de concreto pode exigir a verificao de alguns estados-limites de servio definidos na Seo 3. Em construes especiais pode ser necessrio verificar a segurana em relao a outros estadoslimites de servio no definidos nesta Norma.

M1d,mn momento total de 1 ordem de clculo mnimo que possibilita o atendimento da verificao das imperfeies localizadas de um lance de pilar f1 parte do coeficiente de ponderao das aes f, que considera a variabilidade das aes f2 parte do coeficiente de ponderao das aes f, que considera a simultaneidade de atuao das aes f3 parte do coeficiente de ponderao das aes f, que considera os desvios gerados nas construes e as aproximaes feitas em projeto do ponto de vista das solicitaes q coeficiente de ponderao para as aes variveis diretas.

Para cada tipo de construo, as aes a considerar devem respeitar suas peculiaridades e as normas a ela aplicveis. Tambm so consideradas permanentes as aes que aumentam no tempo, tendendo a um valor-limite constante. As aes permanentes devem ser consideradas com seus valores representativos mais desfavorveis para a segurana. Concretos especiais devem ter sua massa especfica determinada experimentalmente em cada caso particular ver ABNT NBR e o acrscimo decorrente da massa da armadura avaliado conforme 8.

Os pesos das instalaes permanentes so considerados com os valores nominais indicados pelos respectivos fornecedores. Na grande maioria dos casos, permite-se que a retrao seja calculada simplificadamente atravs da Tabela 8. Essa Tabela fornece o valor caracterstico superior da deformao especfica de retrao entre os instantes t0 e t, cs t,t0 , em algumas situaes usuais ver Seo 8.

Nos casos correntes das obras de concreto armado, em funo da restrio retrao do concreto, imposta pela armadura, satisfazendo o mnimo especificado nesta Norma, o valor de cs t, t0 pode ser adotado igual a O valor caracterstico inferior da retrao do concreto considerado nulo.

Nos elementos estruturais permanentemente submetidos a diferentes condies de umidade em faces opostas, admite-se variao linear da retrao ao longo da espessura do elemento estrutural entre os dois valores correspondentes a cada uma das faces.

As deformaes impostas uniformes nas peas, como aquelas decorrentes de retrao, bem como temperatura e fluncia do concreto, devem ser verificadas. Os efeitos devidos a essas deformaes podem ser minimizadas pela criao de juntas de concretagem ou de dilatao.

A considerao de deformaes impostas diferenciais dentro da mesma pea, decorrentes, por exemplo, de partes com espessuras muito diferentes, devem ser sempre consideradas. Nos casos em que a tenso c t0 no varia significativamente, permite-se que essas deformaes sejam calculadas simplificadamente pela expresso:. O valor de t,t0 pode ser calculado por interpolao dos valores da Tabela 8. Essa Tabela fornece o valor caracterstico superior de t,t0 em algumas situaes usuais ver Seo 8. O valor caracterstico inferior de t,t0 considerado nulo.

O deslocamento de cada apoio deve ser avaliado em funo das caractersticas fsicas do material de fundao correspondente. O conjunto desses deslocamentos constitui-se em uma nica ao, admitindo-se que todos eles sejam majorados pelo mesmo coeficiente de ponderao.

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Essas imperfeies podem ser divididas em dois grupos: imperfeies globais e imperfeies locais. Na anlise global dessas estruturas, sejam elas contraventadas ou no, deve ser considerado um desaprumo dos elementos verticais, conforme mostra a Figura A considerao das aes de vento e desaprumo deve ser realizada de acordo com as seguintes possibilidades: a.

Nos demais casos, combina-se a ao do vento e desaprumo, sem necessidade da considerao do 1mn. Nessa combinao, admite-se considerar ambas as aes atuando na mesma direo e sentido como equivalentes a uma ao do vento, portanto como carga varivel, artificialmente amplificada para cobrir a superposio. A comparao pode ser feita com os momentos totais na base da construo e em cada direo e sentido da aplicao da ao do vento, com desaprumo calculado com a, sem a considerao do 1mn.

No caso do dimensionamento ou verificao de um lance de pilar, deve ser considerado o efeito do desaprumo ou da falta de retilineidade do eixo do pilar [ver Figuras Pilar de contraventamento. Nas estruturas reticuladas usuais admite-se que o efeito das imperfeies locais esteja atendido se for respeitado esse valor de momento total mnimo.

A este momento devem ser acrescidos os momentos de 2 ordem definidos na Seo Para pilares de seo retangular, pode-se definir uma envoltria mnima de 1 ordem, tomada a favor da segurana, de acordo com a Figura Envoltria mnima de 1 ordem Sendo: M1d,mn,xxe M1d,mn,yy as componentes em flexo composta normal e M1d,mn,x e M1d,mn,y as componentes em flexo composta oblqua.

Quando houver a necessidade de calcular os efeitos locais de 2 ordem em alguma das direes do pilar, a verificao do momento mnimo deve considerar ainda a envoltria mnima com 2 ordem, conforme A ao da protenso deve ser considerada em todas as estruturas protendidas, incluindo, alm dos elementos protendidos propriamente ditos, aqueles que sofrem a ao indireta da protenso, isto , de esforos hiperestticos de protenso.

O valor da fora de protenso deve ser calculado considerando a fora inicial e as perdas de protenso conforme estabelecido em 9. Os esforos solicitantes gerados pela ao dessa protenso podem ser calculados diretamente a partir da excentricidade do cabo na seo transversal do elemento estrutural e da fora de protenso ou atravs de um conjunto de cargas externas equivalentes, ou ainda atravs da introduo de deformaes impostas correspondentes ao pr-alongamento das armaduras.

As aes variveis diretas so constitudas pelas cargas acidentais previstas para o uso da construo, pela ao do vento e da gua, devendo-se respeitar as prescries feitas por Normas Brasileiras especficas.

Essas cargas devem ser dispostas nas posies mais desfavorveis para o elemento estudado, ressalvadas as simplificaes permitidas por Normas Brasileiras especficas. Nas estruturas em que a gua de chuva possa ficar retida deve ser considerada a presena de uma lmina de gua correspondente ao nvel da drenagem efetivamente garantida pela construo.

As estruturas em que todas as fases construtivas no tenham sua segurana garantida pela verificao da obra pronta devem ter includas no projeto as verificaes das fases construtivas mais significativas e sua influncia na fase final. A verificao de cada uma dessas fases deve ser feita considerando a parte da estrutura j executada e as estruturas provisrias auxiliares com seus respectivos pesos prprios.

Alm disso, devem ser consideradas as cargas acidentais de execuo. Ela depende do local de implantao da construo e das dimenses dos elementos estruturais que a compem. Em edifcios de vrios andares, devem ser respeitadas as exigncias construtivas prescritas por esta Norma para que sejam minimizados os efeitos das variaes de temperatura sobre a estrutura da construo.

Na falta de dados mais precisos, pode ser admitida uma variao linear entre os valores de temperatura adotados, desde que a variao de temperatura considerada entre uma face e outra da estrutura no seja inferior a 5 C.

Os valores reduzidos so determinados a partir dos valores caractersticos pela expresso 0Fk, que considera muito baixa a probabilidade de ocorrncia simultnea dos valores caractersticos de duas ou mais aes variveis de naturezas diferentes ver Estes valores reduzidos so determinados a partir dos valores caractersticos pelas expresses 1Fk e 2Fk, que estimam valores frequentes e quase permanentes, respectivamente, de uma ao que acompanha a ao principal.

NBR6118 de 04/2014

As aes devem ser majoradas pelo coeficiente f, cujos valores encontram-se estabelecidos em Para elementos estruturais esbeltos crticos para a segurana de estrutura, como pilares e pilaresparedes com espessura inferior a 19 cm e lajes em balano com espessura inferior a 19 cm, os esforos solicitantes de clculo devem ser multiplicados pelo coeficiente de ajustamento n ver D desfavorvel, F favorvel, G representa as cargas variveis em geral e T a temperatura.

Para as cargas permanentes de pequena variabilidade, como o peso prprio das estruturas, especialmente as pr-moldadas, esse coeficiente pode ser reduzido para 1,3. Locais em que no h predominncia de pesos de equipamentos que permanecem fixos por longos perodos de tempo, nem de elevadas concentraes de pessoas b. Locais em que h predominncia de pesos de equipamentos que permanecem fixos por longos perodos de tempo, ou de elevada concentrao de pessoas c.

Para os valores de 1 relativos s pontes e principalmente para os problemas de fadiga, ver Seo Edifcios residenciais.

Edifcios comerciais, de escritrios, estaes e edifcios pblicos. Os valores das Tabelas O valor do coeficiente de ponderao de cargas permanentes de mesma origem, em um dado carregamento, deve ser o mesmo ao longo de toda a estrutura.

A nica exceo o caso da verificao da estabilidade como corpo rgido. A combinao das aes deve ser feita de forma que possam ser determinados os efeitos mais desfavorveis para a estrutura; a verificao da segurana em relao aos estados-limites ltimos e aos estados-limites de servio deve ser realizada em funo de combinaes ltimas e de combinaes de servio, respectivamente. Em cada combinao devem estar presentes as aes permanentes e a ao varivel especial, quando existir, com seus valores caractersticos e as demais aes variveis com probabilidade no desprezvel, de ocorrncia simultnea, com seus valores reduzidos de combinao, conforme ABNT NBR Nesse caso se enquadram, entre outras, sismo e incndio.

Esgotamento da capacidade resistente para elementos estruturais de concreto armado a.

Esgotamento da capacidade resistente para elementos estruturais de concreto protendido. Deve ser considerada, quando necessrio, a fora de protenso como carregamento externo com os valores Pkmx e Pkmn para a fora desfavorvel e favorvel, respectivamente, conforme definido na Seo 9.

No caso de estruturas usuais de edifcios, essas combinaes que consideram g reduzido 1,0 no precisam ser consideradas. Quando Fq1k ou Fq1exc atuarem em tempo muito pequeno ou tiverem probabilidade de ocorrncia muito baixa, 0j pode ser substitudo por 2j.

Este pode ser o caso para aes ssmicas e situao de incndio. Podem tambm ser consideradas para verificaes de estados-limites de deformaes excessivas decorrentes de vento ou temperatura que podem comprometer as vedaes;.

Nas combinaes quase permanentes de servio, todas as aes variveis so consideradas com seus valores quase permanentes 2 Fqk. Nas combinaes frequentes de servio, a ao varivel principal Fq1 tomada com seu valor frequente 1 Fq1k e todas as demais aes variveis so tomadas com seus valores quase permanentes 2 Fqk. De forma a simplificar a compreenso e, portanto, a aplicao dos conceitos estabelecidos nesta Seo, os smbolos mais utilizados, ou que poderiam gerar dvidas, encontram-se a seguir definidos.

Atualização da NBR Comprimento de ancoragem básico - Blog AltoQi Eberick Next

Dessa forma, os smbolos subscritos tm o mesmo significado apresentado em 4. Usualmente de interesse a resistncia caracterstica inferior fk,inf, cujo valor menor que a resistncia mdia fm, embora por vezes haja interesse na resistncia caracterstica superior fk,sup, cujo valor maior que fm. As tenses resistentes de clculo Rd ou Rd so estabelecidas para a determinao das solicitaes resistentes de clculo que no dependam diretamente das resistncias medidas convencionalmente em ensaios de corpos de prova padronizados dos materiais empregados.

Os valores de Rd e Rd so estabelecidos, em cada caso particular, a partir das teorias de resistncia dos elementos estruturais considerados.

Nesse caso, o controle da resistncia compresso do concreto deve ser feito aos 28 dias, de forma a confirmar o valor de fck adotado no projeto; b. Essa verificao deve ser feita aos t dias, para as cargas aplicadas at essa data. Ainda deve ser feita a verificao para a totalidade das cargas aplicadas aos 28 dias. Nesse caso, o controle da resistncia compresso do concreto deve ser feito em duas datas: aos t dias e aos 28 dias, de forma a confirmar os valores de fckj e fck adotados no projeto.

Para a execuo de elementos estruturais nos quais estejam previstas condies desfavorveis por exemplo, ms condies de transporte, ou adensamento manual, ou concretagem deficiente por concentrao de armadura , o coeficiente c deve ser multiplicado por 1,1. Admite-se, no caso de testemunhos extrados da estrutura, dividir o valor de c por 1,1.

Admite-se, nas obras de pequena importncia, o emprego de ao CA sem a realizao do controle de qualidade estabelecido na ABNT NBR , desde que o coeficiente de ponderao para o ao seja multiplicado por 1,1. Para a verificao do estado-limite ltimo de perda de equilbrio como corpo rgido, Rd e Sd devem assumir os valores de clculo das aes estabilizantes e desestabilizantes respectivamente.

Para aplicaes especficas, ver Sees 17, 19 e As solicitaes de clculo so calculadas, para a combinao de aes considerada, de acordo com a anlise estrutural ver Seo Estes limites podem ser reduzidos, respeitando-se um mnimo absoluto de 10 cm em casos excepcionais, sendo obrigatoriamente respeitadas as seguintes condies: a. A seo transversal de pilares e pilares-parede macios, qualquer que seja a sua forma, no pode apresentar dimenso menor que 19 cm. Em casos especiais, permite-se a considerao de dimenses entre 19 cm e 14 cm, desde que se multipliquem os esforos solicitantes de clculo a serem considerados no dimensionamento por um coeficiente adicional n, de acordo com o indicado na Tabela Em qualquer caso, no se permite pilar com seo transversal de rea inferior a cm2.

NOTA O coeficiente n deve majorar os esforos solicitantes finais de clculo quando de seu dimensionamento.

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No dimensionamento das lajes em balano, os esforos solicitantes de clculo a serem considerados devem ser multiplicados por um coeficiente adicional n, de acordo com o indicado na Tabela NOTA O coeficiente n deve majorar os esforos solicitantes finais de clculo nas lajes em balano, quando de seu dimensionamento. O valor mnimo absoluto da espessura da mesa deve ser 5 cm, quando existirem tubulaes embutidas de dimetro menor ou igual a 10 mm.

A espessura das nervuras no pode ser inferior a 5 cm. Nervuras com espessura menor que 8 cm no podem conter armadura de compresso.

De maneira geral os furos tm dimenses pequenas em relao ao elemento estrutural enquanto as aberturas no. Um conjunto de furos muito prximos deve ser tratado como uma abertura. A seo remanescente nessa regio, tendo sido descontada a rea ocupada pelo furo, deve ser capaz de resistir aos esforos previstos no clculo, alm de permitir uma boa concretagem. Devem ser respeitadas, simultaneamente, para dispensa da verificao, as seguintes condies:.

Lajes de outros tipos podem ser dispensadas dessa verificao, quando armadas em duas direes e sendo verificadas, simultaneamente, as seguintes condies: a. Consideram-se canalizaes embutidas as que resultem em aberturas segundo o eixo longitudinal de um elemento linear, contidas em um elemento de superfcie ou imersas no interior de um elemento de volume.

Os elementos estruturais no podem conter canalizaes embutidas nos seguintes casos: a. Deslocamentos-limites so valores prticos utilizados para verificao em servio do estado-limite de deformaes excessivas da estrutura. Para os efeitos desta Norma, so classificados nos quatro grupos bsicos a seguir relacionados: a.

A limitao da flecha para prevenir essas vibraes, em situaes especiais de utilizao, deve ser realizada como estabelecido na Seo 23;. Se os deslocamentos forem relevantes para o elemento considerado, seus efeitos sobre as tenses ou sobre a estabilidade da estrutura devem ser considerados, incorporando-as ao modelo estrutural adotado.

Na Tabela Se os deslocamentos forem relevantes para o elemento considerado, seus efeitos sobre as tenses ou sobre a estabilidade da estrutura devem ser considerados, incorporando-os ao modelo estrutural adotado. As superfcies devem ser suficientemente inclinadas ou o deslocamento previsto compensado por contraflechas, de modo a no se ter acmulo de gua. No podem ser includos os deslocamentos devidos a deformaes axiais nos pilares.

O limite tambm se aplica ao deslocamento vertical relativo das extremidades de lintis conectados a duas paredes de contraventamento, quando Hi representa o comprimento do lintel.

NOTAS 1 Todos os valores-limites de deslocamentos supem elementos de vo l suportados em ambas as extremidades por apoios que no se movem. Quando se tratar de balanos, o vo equivalente a ser considerado deve ser o dobro do comprimento do balano. Visando obter bom desempenho relacionado proteo das armaduras quanto corroso e aceitabilidade sensorial dos usurios, busca-se controlar a abertura dessas fissuras. Nas estruturas com armaduras ativas concreto protendido , existe tambm, com menor probabilidade, a possibilidade de aparecimento de fissuras.

Nesse caso as fissuras podem ser mais nocivas, pois existe a possibilidade de corroso sob tenso das armaduras. De maneira geral, a presena de fissuras com aberturas que respeitem os limites dados em As fissuras podem ainda ocorrer por outras causas, como retrao plstica trmica ou devido a reaes qumicas internas do concreto nas primeiras idades, devendo ser evitadas ou limitadas por cuidados tecnolgicos, especialmente na definio do trao e na cura do concreto. Como para as armaduras ativas existe a possibilidade de corroso sob tenso, esses limites devem ser mais restritos e funo direta da agressividade do ambiente, dada pela classe de agressividade ambiental ver Seo 6.

Entretanto, devido ao estgio atual dos conhecimentos e da alta variabilidade das grandezas envolvidas, esses limites devem ser vistos apenas como critrios para um projeto adequado de estruturas. Embora as estimativas de abertura de fissuras feitas em Para controles mais efetivos da fissurao nessas estruturas, conveniente a utilizao da protenso. Por controle de fissurao quanto aceitabilidade sensorial, entende-se a situao em que as fissuras passam a causar desconforto psicolgico aos usurios, embora no representem perda de segurana da estrutura.

Limites mais severos de aberturas de fissuras podem ser estabelecidos com o contratante. A anlise estrutural permite estabelecer as distribuies de esforos internos, tenses, deformaes e deslocamentos, em uma parte ou em toda a estrutura. Em um projeto pode ser necessrio mais de um modelo para realizar as verificaes previstas nesta Norma.

O modelo estrutural pode ser idealizado como a composio de elementos estruturais bsicos, conforme definido em No caso de modelos baseados no mtodo dos elementos finitos, diferenas finitas ou analogia de grelha, entre outros, a discretizao da estrutura deve ser suficiente para no trazer erros significativos para a anlise.

O modelo deve representar a geometria dos elementos estruturais, os carregamentos atuantes, as condies de contorno, as caractersticas e respostas dos materiais, sempre em funo do objetivo especfico da anlise.

A resposta dos materiais pode ser representada por um dos tipos de anlise estrutural apresentados em Em casos mais complexos, a interao solo-estrutura deve ser contemplada pelo modelo.

No caso de estruturas protendidas, a anlise estrutural deve considerar a migrao da protenso para elementos adjacentes. Para minimizar tal efeito, pode-se diminuir a rigidez desses elementos ou usar procedimentos construtivos, de modo a garantir a deslocabilidade adequada realizao efetiva da protenso.

Anlises locais complementares devem ser efetuadas nos casos em que a hiptese da seo plana no se aplica ver Sees 21 e Anlises locais complementares tambm devem ser efetuadas quando a no linearidade introduzida pela fissurao for importante, como, por exemplo, na avaliao das flechas.

O dimensionamento desses elementos deve ser feito para esses esforos solicitantes pela teoria de concreto estrutural, conforme definido pelos critrios gerais desta Norma, especificamente das Sees 16, 17 e 19, bem como os requisitos de detalhamento das Sees 9, 18 e O dimensionamento das armaduras no pode ser realizado apenas a partir dos esforos ou das tenses resultantes desta anlise, por exemplo de trao, numa certa regio do modelo.

As armaduras devem sempre respeitar as quantidades necessrias, mnimas e mximas exigidas por esta Norma segundo a teoria de concreto estrutural, bem como os critrios de detalhamento prescritos por ela. As equaes de equilbrio podem ser estabelecidas com base na geometria indeformada da estrutura teoria de 1 ordem , exceto nos casos em que os deslocamentos alterem de maneira significativa os esforos internos teoria de 2 ordem, ver Seo Admite-se carregamento monotnico at o estado-limite considerado, nas estruturas usuais, desde que a resposta a ciclos de carga e descarga, em servio, no solicite o concreto a tenses de compresso acima de 0,5 fck.

So aqueles em que o comprimento longitudinal supera em pelo menos trs vezes a maior dimenso da seo transversal, sendo tambm denominados barras. De acordo com a sua funo estrutural, recebem as designaes definidas em As placas de concreto so usualmente denominadas lajes. Elementos de superfcie plana, sujeitos principalmente a aes contidas em seu plano.

NBR BAIXAR 6118 NORMA

As chapas de concreto em que o vo for menor que trs vezes a maior dimenso da seo transversal so usualmente denominadas vigas-parede. Podem ser compostos por uma ou mais superfcies associadas. Para situaes de verificaes de projetos ou obras j executadas, no conformidades identificadas atravs de um desses mtodos de anlise estrutural no sero aceitas como impugnaes.

Para aceitao desse projeto ou obra, suficiente mostrar a conformidade com a norma por um dos outros mtodos de anlise estrutural. Os mtodos de anlise de Na anlise global, as caractersticas geomtricas podem ser determinadas pela seo bruta de concreto dos elementos estruturais.

Em anlises locais para clculo dos deslocamentos, na eventualidade da fissurao, esta deve ser considerada. Os valores para o mdulo de elasticidade e o coeficiente de Poisson devem ser adotados de acordo com o apresentado em 8. Os resultados de uma anlise linear so usualmente empregados para a verificao de estadoslimites de servio.

Renan Martinez obrigado. Exibir mais. Manoel Almeida. Jose Luis M. Sem downloads. Visualizações Visualizações totais. Ações Compartilhamentos.

Nenhuma nota no slide. ABNT Av. Para refe- rências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Os símbolos-base, utilizados com mais frequência nesta Norma, encontram-se estabelecidos em 4. Assim, toda a estrutura de aço recebe quantidade suficiente de concreto. Essas informações se referem à superfície externa da armadura. Esse cuidado garante a correta aderência do cimento às superfícies, e o seu consequente bom resultado. Também é importante que as formas sejam molhadas antes da concretagem.

Aqui, retira-se o ar aprisionado no produto, evitando os chamados nichos de concretagem. Por fim, a NBR solicita o cuidado em estabelecer um plano para a retirada de formas após o endurecimento do concreto. Isso porque, quando feita de forma incorreta, a retirada pode prejudicar a resistência mecânica do produto. Pode, ainda, causar problemas estéticos à superfície.

Com o cuidado, garante-se a enorme resistência física do concreto armado, sua durabilidade e uniformidade.