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NBR 14931 BAIXAR


ABNT NBR. Segunda edição. Válida a partir de No caso da adição de gelo à água para baixar sua temperatura. NBR - - Execução de Estruturas de Concreto - Procedimento. Nota de Título: Confirmada em Esta segunda edição da ABNT NBR equivale ao conjunto ABNT NBR e.

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NOTA - A parcela e1 deve ser determinada fazendo referncia em um ponto fixo da cordoalha ou no macaco; essa parcela j serve de presso de alerta para a continuidade da operao de protenso, sendo:. Sergio Aldo Enriquez Loria. As emendas de barras devem estar de acordo com o que estabelece a seo 9 da NBR In the experimental program, nine different concrete mixtures, standard test samples 10x20 cm and 27 prisms with dimension of 25x25x50 cm were made. Em nenhuma hiptese deve ser realizado o lanamento do concreto aps o incio da pega. Os elementos estruturantes das frmas devem ser dispostos de modo a manter o formato e a posio da frma durante toda sua utilizao. Uma medida adequada consiste normalmente em deixar arranques da armadura ou barras cravadas ou reentrâncias no concreto mais velho. NOTA - Para os casos que haja congestionamentos de cabos e no haja segurana na utilizao de vibradores de imerso, deve-se utilizar outros meios que garantam a qualidade da concretagem. Devem ser tomadas precauções para manter a homogeneidade do concreto. Patryckson Marinho Santos. Aqui, retira-se o ar aprisionado no produto, evitando os chamados nichos de concretagem. O plano de concretagem deve observar o disposto em 7. Figura B. Deve-se evitar a vibrao da armadura para que no se formem vazios ao seu redor, com prejuzos da aderncia. With the results from experimental tests, computational simulations using Artificial Neural Networks to obtain a mapping among the problem variables length of the prisms, metacaulim content, aggregate diameter, age of the test samples and ultrasonic speed - and the output properties which was the compressive strength of the concrete.

NBR - - Execução de Estruturas de Concreto - Procedimento. Nota de Título: Confirmada em Esta segunda edição da ABNT NBR equivale ao conjunto ABNT NBR e. Baixe grátis o arquivo NBR - Execucao de Estruturas de Concreto Download Concrete. Número de referência ABNT NBR 53 páginas. ABNT NBR Esta Norma estabelece os requisitos gerais para a Preço para download e impressão Produtos e serviços AdNormas NBR Preparo, controle e recebimento. Procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, ▻. [3] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR

Plain concrete. Reinforced concrete. Prestressed concrete.

14931 BAIXAR NBR

ICS Para os aços recebidos cortados e dobrados, valem as mesmas prescrições para as diferentes posições. A estocagem deve ser feita de modo a impedir o contato com qualquer tipo de contaminante solo, óleos, graxas, entre outros.

A retirada de fôrmas e escoramentos deve ser executada de modo a respeitar o comportamento da estrutura em serviço. Agentes desmoldantes devem ser aplicados de acordo com as especificações do fabricante e normas nacionais, devendo ser evitados o excesso ou a falta do desmoldante. O processo de ancoragem dos componentes de armaduras por aderência ou por meio de dispositivos mecânicos deve seguir o que estabelece o projeto da estrutura.

NBR14931 de 04/2004

As barras de aço devem ser sempre dobradas a frio. A solda deve ser realizada por pessoal capacitado. Nas emendas por solda com eletrodo as extremidades devem ser chanfradas. Em todos os casos as superfícies a serem emendadas devem ser rigorosamente limpas. Se qualquer resultado obtido nos ensaios, com os corpos-de-prova emendados ver 8.

No caso da amostragem dupla, como estabelece a ABNT NBR , o lote pode ser aceito apenas ensaiando a primeira amostra, se cumpridas as exigências relativas à quantidade de unidades defeituosas Ac1 e Re1. O cobrimento especificado para a armadura no projeto deve ser mantido por dispositivos adequados ou espaçadores e sempre se refere à armadura mais exposta.

Para tanto, devem ser utilizados suportes rígidos e suficientemente espaçados para garantir o seu posicionamento. Ao ser retomada a concretagem as barras de espera devem ser limpas 8. Nas fôrmas de paredes, pilares e vigas estreitas e altas, devem ser deixadas aberturas provisórias próximas ao fundo, para limpeza.

Se a fôrma for utilizada para concreto aparente, o tratamento das superfícies da fôrma deve ser feito de maneira que o acabamento requerido seja alcançado. O uso de desmoldantes deve seguir o que determina 7. A concretagem de cada elemento estrutural deve ser realizada de acordo com um plano previamente estabelecido. O plano de concretagem deve observar o disposto em 7. Quando a temperatura ambiente for elevada, ou sob condições que contribuam para acelerar a pega do concreto, esse intervalo de tempo deve ser reduzido, a menos que sejam adotadas medidas especiais, como o uso de aditivos retardadores, que aumentem o tempo de pega sem prejudicar a qualidade do concreto.

Em todos os casos, a altura da camada de concreto a ser adensada deve ser menor que 50 cm, de modo a facilitar a sada de bolhas de ar. O plano de lanamento deve estabelecer a altura das camadas de lanamento do concreto e o processo mais adequado de adensamento.

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No caso de alta densidade de armaduras, cuidados especiais devem ser tomados para que o concreto seja distribudo em todo o volume da pea e o adensamento se processe de forma homognea. Ao vibrar uma camada de concreto, o vibrador deve penetrar cerca de 10 cm na camada anterior.

Tanto a falta como o excesso de vibrao so prejudiciais ao concreto. Devem ser tomados os seguintes cuidados durante o adensamento com vibradores de imerso ver figura 2 : - preferencialmente aplicar o vibrador na posio vertical; - vibrar o maior nmero possvel de pontos ao longo do elemento estrutural; - retirar o vibrador lentamente, mantendo-o sempre ligado, a fim de que a cavidade formada pela agulha se feche novamente; - no permitir que o vibrador entre em contato com a parede da frma, para evitar a formao de bolhas de ar na superfcie da pea, mas promover um adensamento uniforme e adequado de toda a massa de concreto, observando cantos e arestas, de maneira que no se formem vazios; - mudar o vibrador de posio quando a superfcie apresentar-se brilhante.

Quando o lanamento do concreto for interrompido e, assim, se formar uma junta de concretagem no prevista, devem ser tomadas as devidas precaues para garantir a suficiente ligao do concreto j endurecido com o do novo trecho. O concreto deve ser perfeitamente adensado at a superfcie da junta, usando-se frmas temporrias por exemplo, tipo pente , quando necessrio, para garantir apropriadas condies de adensamento.

Antes da aplicao do concreto, deve ser feita a remoo cuidadosa de detritos. Antes de reiniciar o lanamento do concreto deve ser removida a nata da pasta de cimento vitrificada e feita a limpeza da superfcie da junta, com a retirada do material solto.

Pode ser retirada a nata superficial com a aplicao de jato de gua sob forte presso logo aps o fim de pega corte verde. Em outras situaes, para se obter a aderncia desejada entre a camada remanescente e o concreto a ser lanado, necessrio o jateamento de abrasivos ou o apicoamento da superfcie da junta, com posterior lavagem, de modo a deixar aparente o agregado grado.

Nesses casos, o concreto j endurecido deve ter resistncia suficiente para no sofrer perda indesejvel de material, gerando a formao de vazios na regio da junta de concretagem. Cuidados especiais devem ainda ser tomados no sentido de no haver acmulo de gua em cavidades formadas pelo mtodo de limpeza da superfcie. Devem ser tomadas as precaues necessrias para garantir a resistncia aos esforos que podem agir na superfcie da junta.

Uma medida adequada consiste normalmente em deixar arranques da armadura ou barras cravadas ou reentrncias no concreto mais velho. Na retomada da concretagem, aplicar argamassa com a mesma composio da argamassa do concreto sobre a superfcie da junta, para evitar a formao de vazios. NOTA - Podem ser utilizados produtos para melhorar a aderncia entre as camadas de concreto em uma junta de concretagem, desde que no causem danos ao concreto e seja possvel comprovar desempenho ao menos igual ao dos mtodos tradicionalmente utilizados.

O uso de resinas, nesse caso, deve levar em conta seu comportamento ao fogo. As juntas de concretagem, sempre que possvel, devem ser previstas no projeto estrutural e estar localizadas onde forem menores os esforos de cisalhamento, preferencialmente em posio normal aos esforos de compresso, salvo se demonstrado que a junta no provocar a diminuio da resistncia do elemento estrutural.

No caso de vigas ou lajes apoiadas em pilares, ou paredes, o lanamento do concreto deve ser interrompido no plano horizontal. Juntas de concretagem no previstas no projeto estrutural devem ser previamente aprovadas pelo responsvel tcnico pela obra. Inicialmente, a escolha do trao e conseqentemente da consistncia do concreto deve atender aos requisitos de projeto da estrutura e s condies de trabalhabilidade necessrias.

Os processos de lanamento e adensamento devem ser realizados de forma a obter um material homogneo e compacto, ou seja, sem apresentar vazios na massa de concreto, com o mnimo manuseio possvel, para se obter os resultados desejados no acabamento das peas concretadas. Deve ser evitada a manipulao excessiva do concreto, como processos de vibrao muito demorados ou repetidos em um mesmo local, que provoca a segregao do material e a migrao do material fino e da gua para a superfcie exsudao , prejudicando a qualidade da superfcie final com o conseqente aparecimento de efeitos indesejveis.

Os agentes deletrios mais comuns ao concreto em seu incio de vida so: mudanas bruscas de temperatura, secagem, chuva forte, gua torrencial, congelamento, agentes qumicos, bem como choques e vibraes de intensidade tal que possam produzir fissuras na massa de concreto ou prejudicar a sua aderncia armadura.

O endurecimento do concreto pode ser acelerado por meio de tratamento trmico ou pelo uso de aditivos que no contenham cloreto de clcio em sua composio e devidamente controlado, no se dispensando as medidas de proteo contra a secagem.

Elementos estruturais de superfcie devem ser curados at que atinjam resistncia caracterstica compresso fck , de acordo com a NBR , igual ou maior que 15 MPa.

Resumo Nbr 6118, Nbr 14931 E Nbr 6120

No caso de utilizao de gua, esta deve ser potvel ou satisfazer s exigncias da NBR Frmas e escoramentos devem ser removidos de acordo com o plano de desforma previamente estabelecido e de maneira a no comprometer a segurana e o desempenho em servio da estrutura.

Para efetuar sua remoo devem ser considerados os seguintes aspectos: - peso prprio da estrutura ou da parte a ser suportada por um determinado elemento estrutural; - cargas devidas a frmas ainda no retiradas de outros elementos estruturais pavimentos ; - sobrecargas de execuo, como movimentao de operrios e material sobre o elemento estrutural; - seqncia de retirada das frmas e escoramentos e a possvel permanncia de escoramentos localizados ver 7.

Escoramentos e frmas no devem ser removidos, em nenhum caso, at que o concreto tenha adquirido resistncia suficiente para: - suportar a carga imposta ao elemento estrutural nesse estgio; - evitar deformaes que excedam as tolerncias especificadas; - resistir a danos para a superfcie durante a remoo.

Deve ser dada especial ateno ao tempo especificado para a retirada do escoramento e das frmas que possam impedir a livre movimentao de juntas de retrao ou dilatao, bem como de articulaes, atendido o disposto em 7. Se a frma for parte integrante do sistema de cura, como no caso de pilares e laterais de vigas, o tempo de remoo deve considerar os requisitos de cura da seo A retirada das frmas e do escoramento s pode ser feita quando o concreto estiver suficientemente endurecido para resistir s aes que sobre ele atuarem e no conduzir a deformaes inaceitveis, tendo em vista o baixo valor do mdulo de elasticidade do concreto Eci e a maior probabilidade de grande deformao diferida no tempo quando o concreto solicitado com pouca idade.

Para o atendimento dessas condies, o reponsvel pelo projeto da estrutura deve informar ao responsvel pela execuo da obra os valores mnimos de resistncia compresso e mdulo de elasticidade que devem ser obedecidos concomitantemente para a retirada das frmas e do escoramento, bem como a necessidade de um plano particular seqncia de operaes de retirada do escoramento.

Este anexo tem por objetivo fixar as condies exigveis para a execuo da protenso em obras de concreto protendido com aderncia posterior. Esta ancoragem no permite acesso para operao e verificao do grau de protenso e da eventual ocorrncia de deslizamento. Embora de configurao anloga quela da ancoragem ativa, pode ou no permitir acesso para operao de protenso e possibilita verificao do grau de protenso e a eventual ocorrncia de deslizamentos.

Deve o proprietrio da obra comprovar e assegurar-se da experincia e da capacidade dos engenheiros e dos tcnicos que participam da obra, assim como da qualidade e da eficincia dos materiais, dos equipamentos e dos mtodos que so utilizados. Tabela A. Essa proteo deve ser complementada por uma cobertura, evitando-se, porm, que a mesma tenha contato direto com o ao estocado.

Esta cobertura deve ser suficiente para proteger o material contra gua. O rigor desses cuidados deve aumentar em funo do tempo de permanncia do ao em estoque e das condies do ambiente. Recomenda-se que o ao seja estocado na embalagem original do fornecedor. NOTA - A bainha deve garantir, temporria ou permanentemente, a movimentao do cabo no seu interior.

Para cabos verticais e para o caso de se adotar o princpio da cablagem psenfiada concretagem da pea estrutural com as bainhas vazias esses valores devem ser aumentados. No caso de barra, o dimetro interno da bainha deve medir pelo menos 6 mm a mais que o dimetro da barra.

NOTA - Para evitar que os aos de protenso permaneam no interior das bainhas por perodo muito prolongado at a operao de protenso, deve ser adotado, sempre que possvel, o critrio de ps-enfiao da cablagem. As bainhas metlicas devem ter espessura de parede mnima de 0,3 mm, desde que seu dimetro interno no ultrapasse 90 mm. Nos casos de bainha com dimetro interno maior que 90 mm e cabos ps-enfiados, a espessura mnima da parede deve ser de 0,35 mm.

NOTA - Dependendo da capacidade do cabo e das condies de lanamento e adensamento do concreto, os valores estabelecidos para a espessura das bainhas devem ser aumentados. Sob cada emenda deve ser colocado suporte para evitar danos a ela. As fixaes das ancoragens nas formas devem ser capazes de garantir o seu correto posicionamento, durante todas as operaes de montagens e concretagens.

NBR 14931 - 2004 - Execução de Estruturas de Concreto - Procedimento

Se por qualquer razo como, por exemplo, armazenamento ou manuseio inadequados houver dvidas sobre a qualidade do ao, este deve ser submetido a novos ensaios para a comprovao de suas caractersticas mecnicas originais. O ao deve se encontrar limpo, isento de leo e de resduos. O ao deve ser cortado por meio de disco esmeril rotativo ou tesoura. Devem tambm possibilitar fixao que evite possveis deslocamentos horizontais ou verticais; e fixar as ancoragens fixadas frma, de maneira a no permitir deslocamentos durante os trabalhos subseqentes ou penetraes de argamassa no interior das bainhas; f a implantao dos tubos de injeo e respiros deve atender ao especificado no anexo B; g o trecho da bainha prximo ancoragem deve ter seu posicionamento rigorosamente assegurado, conforme especificao do sistema de protenso.

A operao de concretagem deve obedecer a um plano de concretagem previamente estabelecido, conforme prescrito na seo 9. Todo trecho de bainha deformada transversalmente deve ser substitudo e as bainhas perfuradas devem ser tornadas estanques.

O responsvel pela obra pode requerer nova inspeo aps efetuado o reparo. NOTA - Os orifcios podem ser reparados por meio de tiras metlicas, com emprego adicional de material de vedao, conforme especificado em A.

Em certos casos necessrio que a obra disponha de um trao de concreto de igual resistncia e de caractersticas especiais, para ser utilizado nas regies de maior concentrao como por exemplo, na regio das ancoragens. NOTA - Para os casos em que haja congestionamento de bainhas e no haja segurana na utilizao de vibradores de imerso, deve-se utilizar outros meios que garantam a qualidade da concretagem. No caso de utilizao de gua, esta deve ser posteriormente expulsa por meio de ar comprimido, isento de partculas de leo.

As operaes de protenso devem obedecer ao plano de protenso fornecido pelo projetista, o qual deve indicar seguintes dados: a designao do ao conforme NBR e NBR ; b mdulo de elasticidade e seo transversal do ao considerado em projeto; c valor da acomodao do sistema da ancoragem; d coeficiente do atrito cabo-bainha; e coeficiente de perdas devido s ondulaes parasitas; f resistncia mnima do concreto, necessria para o incio das operaes de protenso; g fases de protenso em relao fora total ; h seqncia de protenso dos cabos a serem protendidos em cada fase; i comprimento terico de cada cabo adotado no clculo dos alongamentos; j fora de protenso a ser aplicada em cada cabo e seu respectivo alongamento terico.

O escoramento e as frmas devem tambm permitir as deformaes e rotaes previstas das estruturas. Essa verificao deve-se repetir a cada operaes de protenso e quando houver dvidas sobre a preciso do equipamento. Esses intervalos devem ser de 5 MPa ou 10 MPa. A presso Pa pode ser igual presso Pr. NOTA - Definir que a Pf presso final de cravao ser conhecida aps a verificao do alongamento obtido dentro das tolerncias expressas no item anterior.

Efetua-se em seguida a operao de protenso, por etapas, em intervalos iguais preestabelecidos mnimo de trs at a presso Pa situada na faixa entre 0,8Pt e 0,9Pt e continua-se at atingir a presso final Pf. Para determinar a parcela e1, deve ser calculada a mdia dos alongamentos no intervalo entre as presses Pr e Pi referncia inicial. Este anexo tem por objetivo fixar as condies exigveis para a preparao da calda de cimento e sua injeo, para preenchimento de bainhas de armadura de protenso de peas de concreto protendido.

O prazo mximo recomendvel entre a colocao em tenso e a injeo de 15 dias. Sempre que no se comprovar por meio de ensaios a garantia desta integridade, deve ser exigida uma resistncia mnima da calda de 10 MPa, determinada conforme a NBR , por ocasio da aplicao desses esforos ou vibraes.

Esses parmetros so estabelecidos em funo da concepo do projeto, das disposies construtivas, das condies climticas e dos equipamentos disponveis na obra.

O tempo de durao de uma determinada etapa estimado, conhecendose o volume do cabo ou da famlia de cabos a serem injetados, velocidade de injeo e quantidade de equipamentos de injeo. A vida til de uma calda determinada conforme a NBR O intervalo do tempo decorrido entre o incio dos ensaios e o incio da injeo dos cabos no deve ultrapassar 6 meses, devendo os resultados dos ensaios realizados estarem disponveis por ocasio dos ensaios de campo.

Os materiais utilizados na fabricao da calda devem obedecer ao disposto na NBR NOTA - Para diminuir o ndice de fluidez e aumentar a vida til da calda, alm de aditivos, pode ser utilizada gua gelada. No caso da adio de gelo gua para baixar sua temperatura, devem ser atendidos os requisitos especificados para a gua de fabricao da calda.

Para a execuo dos ensaios, deve ser levado em conta o horrio da execuo dos servios de injeo. Os resultados so julgados satisfatrios se os ndices de fluidez dos ensaios de campo e laboratrio no diferem entre si de 3 s e estiverem compreendidos entre 8 s e 18 s.

NOTA - Misturadores manuais no so permitidos. Recomenda-se que a velocidade de rotao do agitador desse recipiente esteja compreendida entre 60 rpm e rpm. NOTA - Em hiptese alguma pode ser acrescentada gua nesse recipiente. A peneira deve ser acessvel para permitir inspeo e limpeza peridicas. O uso de ar comprimido no permitido. NOTA - Presses mais elevadas podem ser necessrias para injeo de cabos verticais ou inclinados com grande desnvel.

O tempo de mistura no pode exceder 4,0 min a menos que seja comprovada, atravs dos ensaios prvios, melhoria das qualidades da calda , e deve ser contado a partir da adio de todo o cimento gua, esta j contida no recipiente do misturador. NOTA - Os tempos de mistura devem ser controlados, utilizando-se cronmetros com preciso de 0,5 s. Outra alternativa pode ser utilizada, desde que sua eficincia seja comprovada nos ensaios prvios.

NOTA - Aps a introduo da gua no reservatrio, o misturador deve ser acionado e a mistura no pode ser interrompida, at perfazer o tempo total determinado nos ensaios prvios. Caso no seja possvel armazenar esse volume, deve haver sincronismo na fabricao e injeo da calda, de forma a evitar interrupes na operao de injeo. NOTA - Dependendo das caractersticas do projeto e dos procedimentos adotados para compensar a exsudao da calda, o valor de 12 mm deve ser aumentado. Se o ponto mais baixo do cabo estiver com desnvel inferior a 2 m em relao extremidade mais baixa do cabo, a injeo pode ser efetuada por essa extremidade.

NOTAS 1 Em ambos os casos as vedaes devem atingir resistncia suficiente para suportar as presses resultantes da operao de injeo.

No so admitidos materiais que contenham elementos prejudiciais ao ao de protenso. Aps a injeo do cabo, as cordoalhas deixadas salientes devem ser cortadas, procedendo-se ento a um preenchimento do nicho com concreto ou argamassa. A gua deve ser injetada atravs do tubo de injeo, posicionado conforme especificado em B.

A injeo deve prosseguir at que a gua que sai pelos respiros esteja perfeitamente limpa. NOTA - Em caso de temperatura ambiente elevada, pode ser utilizada gua com baixa temperatura no ltimo estgio de operao de lavagem. Para isso, todos os respiros devem ser fechados e deve ser verificado se a presso de gua, igual presso de trabalho prevista na injeo de calda acrescida de 0,1 MPa, se mantm constante durante pelo menos 2 min.

NOTA - Caso seja observada comunicao irreparvel entre bainhas, estas devem ser injetadas simultaneamente. Nos casos em que possa ocorrer reteno excessiva de gua entre as cordoalhas e que no haja necessidade de resfriamento das bainhas, deve ser observado um intervalo de tempo de aproximadamente 24 h para nova expulso da gua com ar comprimido. Durante a injeo, devem ser verificadas tambm a evoluo da presso da bomba de injeo, que deve aumentar progressivamente, e o volume de calda que est sendo injetado.

NOTA - Qualquer anomalia observada atravs dessas verificaes pode provir de uma fuga de calda ou de entupimento da bainha. NOTA - Para essas verificaes deve-se deixar escoar pelos respiros uma certa quantidade de calda. Este volume adicional que perdido, deve ser considerado quando da estimativa do volume a ser armazenado para a injeo.

Antes de reiniciar o lanamento do concreto deve ser removida a nata da pasta de cimento vitrificada e feita a limpeza da superfcie da junta, com a retirada do material solto. Pode ser retirada a nata superficial com a aplicao de jato de gua sob forte presso logo aps o fim de pega corte verde. Em outras situaes, para se obter a aderncia desejada entre a camada remanescente e o concreto a ser lanado, necessrio o jateamento de abrasivos ou o apicoamento da superfcie da junta, com posterior lavagem, de modo a deixar aparente o agregado grado.

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Nesses casos, o concreto j endurecido deve ter resistncia suficiente para no sofrer perda indesejvel de material, gerando a formao de vazios na regio da junta de concretagem.

Cuidados especiais devem ainda ser tomados no sentido de no haver acmulo de gua em cavidades formadas pelo mtodo de limpeza da superfcie. Devem ser tomadas as precaues necessrias para garantir a resistncia aos esforos que podem agir na superfcie da junta.

Uma medida adequada consiste normalmente em deixar arranques da armadura ou barras cravadas ou reentrncias no concreto mais velho. Na retomada da concretagem, aplicar argamassa com a mesma composio da argamassa do concreto sobre a superfcie da junta, para evitar a formao de vazios.

NOTA - Podem ser utilizados produtos para melhorar a aderncia entre as camadas de concreto em uma junta de concretagem, desde que no causem danos ao concreto e seja possvel comprovar desempenho ao menos igual ao dos mtodos tradicionalmente utilizados. O uso de resinas, nesse caso, deve levar em conta seu comportamento ao fogo. As juntas de concretagem, sempre que possvel, devem ser previstas no projeto estrutural e estar localizadas onde forem menores os esforos de cisalhamento, preferencialmente em posio normal aos esforos de compresso, salvo se demonstrado que a junta no provocar a diminuio da resistncia do elemento estrutural.

No caso de vigas ou lajes apoiadas em pilares, ou paredes, o lanamento do concreto deve ser interrompido no plano horizontal. Juntas de concretagem no previstas no projeto estrutural devem ser previamente aprovadas pelo responsvel tcnico pela obra. Inicialmente, a escolha do trao e conseqentemente da consistncia do concreto deve atender aos requisitos de projeto da estrutura e s condies de trabalhabilidade necessrias. Os processos de lanamento e adensamento devem ser realizados de forma a obter um material homogneo e compacto, ou seja, sem apresentar vazios na massa de concreto, com o mnimo manuseio possvel, para se obter os resultados desejados no acabamento das peas concretadas.

Deve ser evitada a manipulao excessiva do concreto, como processos de vibrao muito demorados ou repetidos em um mesmo local, que provoca a segregao do material e a migrao do material fino e da gua para a superfcie exsudao , prejudicando a qualidade da superfcie final com o conseqente aparecimento de efeitos indesejveis. Os agentes deletrios mais comuns ao concreto em seu incio de vida so: mudanas bruscas de temperatura, secagem, chuva forte, gua torrencial, congelamento, agentes qumicos, bem como choques e vibraes de intensidade tal que possam produzir fissuras na massa de concreto ou prejudicar a sua aderncia armadura.

O endurecimento do concreto pode ser acelerado por meio de tratamento trmico ou pelo uso de aditivos que no contenham cloreto de clcio em sua composio e devidamente controlado, no se dispensando as medidas de proteo contra a secagem.

Elementos estruturais de superfcie devem ser curados at que atinjam resistncia caracterstica compresso fck , de acordo com a NBR , igual ou maior que 15 MPa. No caso de utilizao de gua, esta deve ser potvel ou satisfazer s exigncias da NBR Frmas e escoramentos devem ser removidos de acordo com o plano de desforma previamente estabelecido e de maneira a no comprometer a segurana e o desempenho em servio da estrutura.

Para efetuar sua remoo devem ser considerados os seguintes aspectos: - peso prprio da estrutura ou da parte a ser suportada por um determinado elemento estrutural; - cargas devidas a frmas ainda no retiradas de outros elementos estruturais pavimentos ; - sobrecargas de execuo, como movimentao de operrios e material sobre o elemento estrutural; - seqncia de retirada das frmas e escoramentos e a possvel permanncia de escoramentos localizados ver 7.

Escoramentos e frmas no devem ser removidos, em nenhum caso, at que o concreto tenha adquirido resistncia suficiente para: - suportar a carga imposta ao elemento estrutural nesse estgio; - evitar deformaes que excedam as tolerncias especificadas; - resistir a danos para a superfcie durante a remoo. Deve ser dada especial ateno ao tempo especificado para a retirada do escoramento e das frmas que possam impedir a livre movimentao de juntas de retrao ou dilatao, bem como de articulaes, atendido o disposto em 7.

Se a frma for parte integrante do sistema de cura, como no caso de pilares e laterais de vigas, o tempo de remoo deve considerar os requisitos de cura da seo A retirada das frmas e do escoramento s pode ser feita quando o concreto estiver suficientemente endurecido para resistir s aes que sobre ele atuarem e no conduzir a deformaes inaceitveis, tendo em vista o baixo valor do mdulo de elasticidade do concreto Eci e a maior probabilidade de grande deformao diferida no tempo quando o concreto solicitado com pouca idade.

Para o atendimento dessas condies, o reponsvel pelo projeto da estrutura deve informar ao responsvel pela execuo da obra os valores mnimos de resistncia compresso e mdulo de elasticidade que devem ser obedecidos concomitantemente para a retirada das frmas e do escoramento, bem como a necessidade de um plano particular seqncia de operaes de retirada do escoramento.

Este anexo tem por objetivo fixar as condies exigveis para a execuo da protenso em obras de concreto protendido com aderncia posterior. Esta ancoragem no permite acesso para operao e verificao do grau de protenso e da eventual ocorrncia de deslizamento. Embora de configurao anloga quela da ancoragem ativa, pode ou no permitir acesso para operao de protenso e possibilita verificao do grau de protenso e a eventual ocorrncia de deslizamentos.

Deve o proprietrio da obra comprovar e assegurar-se da experincia e da capacidade dos engenheiros e dos tcnicos que participam da obra, assim como da qualidade e da eficincia dos materiais, dos equipamentos e dos mtodos que so utilizados.

Leitura de Projetos de Armação, Passo a Passo! - Pedreirão

Tabela A. Essa proteo deve ser complementada por uma cobertura, evitando-se, porm, que a mesma tenha contato direto com o ao estocado. Esta cobertura deve ser suficiente para proteger o material contra gua. O rigor desses cuidados deve aumentar em funo do tempo de permanncia do ao em estoque e das condies do ambiente. Recomenda-se que o ao seja estocado na embalagem original do fornecedor. NOTA - A bainha deve garantir, temporria ou permanentemente, a movimentao do cabo no seu interior. Para cabos verticais e para o caso de se adotar o princpio da cablagem psenfiada concretagem da pea estrutural com as bainhas vazias esses valores devem ser aumentados.

No caso de barra, o dimetro interno da bainha deve medir pelo menos 6 mm a mais que o dimetro da barra. NOTA - Para evitar que os aos de protenso permaneam no interior das bainhas por perodo muito prolongado at a operao de protenso, deve ser adotado, sempre que possvel, o critrio de ps-enfiao da cablagem.

As bainhas metlicas devem ter espessura de parede mnima de 0,3 mm, desde que seu dimetro interno no ultrapasse 90 mm. Nos casos de bainha com dimetro interno maior que 90 mm e cabos ps-enfiados, a espessura mnima da parede deve ser de 0,35 mm. NOTA - Dependendo da capacidade do cabo e das condies de lanamento e adensamento do concreto, os valores estabelecidos para a espessura das bainhas devem ser aumentados. Sob cada emenda deve ser colocado suporte para evitar danos a ela.

As fixaes das ancoragens nas formas devem ser capazes de garantir o seu correto posicionamento, durante todas as operaes de montagens e concretagens.

Se por qualquer razo como, por exemplo, armazenamento ou manuseio inadequados houver dvidas sobre a qualidade do ao, este deve ser submetido a novos ensaios para a comprovao de suas caractersticas mecnicas originais. O ao deve se encontrar limpo, isento de leo e de resduos. O ao deve ser cortado por meio de disco esmeril rotativo ou tesoura. Devem tambm possibilitar fixao que evite possveis deslocamentos horizontais ou verticais; e fixar as ancoragens fixadas frma, de maneira a no permitir deslocamentos durante os trabalhos subseqentes ou penetraes de argamassa no interior das bainhas; f a implantao dos tubos de injeo e respiros deve atender ao especificado no anexo B; g o trecho da bainha prximo ancoragem deve ter seu posicionamento rigorosamente assegurado, conforme especificao do sistema de protenso.

A operao de concretagem deve obedecer a um plano de concretagem previamente estabelecido, conforme prescrito na seo 9. Todo trecho de bainha deformada transversalmente deve ser substitudo e as bainhas perfuradas devem ser tornadas estanques. O responsvel pela obra pode requerer nova inspeo aps efetuado o reparo. NOTA - Os orifcios podem ser reparados por meio de tiras metlicas, com emprego adicional de material de vedao, conforme especificado em A.

Em certos casos necessrio que a obra disponha de um trao de concreto de igual resistncia e de caractersticas especiais, para ser utilizado nas regies de maior concentrao como por exemplo, na regio das ancoragens.

NOTA - Para os casos em que haja congestionamento de bainhas e no haja segurana na utilizao de vibradores de imerso, deve-se utilizar outros meios que garantam a qualidade da concretagem.

No caso de utilizao de gua, esta deve ser posteriormente expulsa por meio de ar comprimido, isento de partculas de leo. As operaes de protenso devem obedecer ao plano de protenso fornecido pelo projetista, o qual deve indicar seguintes dados: a designao do ao conforme NBR e NBR ; b mdulo de elasticidade e seo transversal do ao considerado em projeto; c valor da acomodao do sistema da ancoragem; d coeficiente do atrito cabo-bainha; e coeficiente de perdas devido s ondulaes parasitas; f resistncia mnima do concreto, necessria para o incio das operaes de protenso; g fases de protenso em relao fora total ; h seqncia de protenso dos cabos a serem protendidos em cada fase; i comprimento terico de cada cabo adotado no clculo dos alongamentos; j fora de protenso a ser aplicada em cada cabo e seu respectivo alongamento terico.

O escoramento e as frmas devem tambm permitir as deformaes e rotaes previstas das estruturas. Essa verificao deve-se repetir a cada operaes de protenso e quando houver dvidas sobre a preciso do equipamento. Esses intervalos devem ser de 5 MPa ou 10 MPa. A presso Pa pode ser igual presso Pr.

BAIXAR NBR 14931

NOTA - Definir que a Pf presso final de cravao ser conhecida aps a verificao do alongamento obtido dentro das tolerncias expressas no item anterior. Efetua-se em seguida a operao de protenso, por etapas, em intervalos iguais preestabelecidos mnimo de trs at a presso Pa situada na faixa entre 0,8Pt e 0,9Pt e continua-se at atingir a presso final Pf.

Para determinar a parcela e1, deve ser calculada a mdia dos alongamentos no intervalo entre as presses Pr e Pi referncia inicial. Este anexo tem por objetivo fixar as condies exigveis para a preparao da calda de cimento e sua injeo, para preenchimento de bainhas de armadura de protenso de peas de concreto protendido.

O prazo mximo recomendvel entre a colocao em tenso e a injeo de 15 dias. Sempre que no se comprovar por meio de ensaios a garantia desta integridade, deve ser exigida uma resistncia mnima da calda de 10 MPa, determinada conforme a NBR , por ocasio da aplicao desses esforos ou vibraes. Esses parmetros so estabelecidos em funo da concepo do projeto, das disposies construtivas, das condies climticas e dos equipamentos disponveis na obra. O tempo de durao de uma determinada etapa estimado, conhecendose o volume do cabo ou da famlia de cabos a serem injetados, velocidade de injeo e quantidade de equipamentos de injeo.

A vida til de uma calda determinada conforme a NBR O intervalo do tempo decorrido entre o incio dos ensaios e o incio da injeo dos cabos no deve ultrapassar 6 meses, devendo os resultados dos ensaios realizados estarem disponveis por ocasio dos ensaios de campo. Os materiais utilizados na fabricao da calda devem obedecer ao disposto na NBR NOTA - Para diminuir o ndice de fluidez e aumentar a vida til da calda, alm de aditivos, pode ser utilizada gua gelada.

No caso da adio de gelo gua para baixar sua temperatura, devem ser atendidos os requisitos especificados para a gua de fabricao da calda. Para a execuo dos ensaios, deve ser levado em conta o horrio da execuo dos servios de injeo. Os resultados so julgados satisfatrios se os ndices de fluidez dos ensaios de campo e laboratrio no diferem entre si de 3 s e estiverem compreendidos entre 8 s e 18 s. NOTA - Misturadores manuais no so permitidos.

Recomenda-se que a velocidade de rotao do agitador desse recipiente esteja compreendida entre 60 rpm e rpm. NOTA - Em hiptese alguma pode ser acrescentada gua nesse recipiente. A peneira deve ser acessvel para permitir inspeo e limpeza peridicas. O uso de ar comprimido no permitido. NOTA - Presses mais elevadas podem ser necessrias para injeo de cabos verticais ou inclinados com grande desnvel. O tempo de mistura no pode exceder 4,0 min a menos que seja comprovada, atravs dos ensaios prvios, melhoria das qualidades da calda , e deve ser contado a partir da adio de todo o cimento gua, esta j contida no recipiente do misturador.

NOTA - Os tempos de mistura devem ser controlados, utilizando-se cronmetros com preciso de 0,5 s. Outra alternativa pode ser utilizada, desde que sua eficincia seja comprovada nos ensaios prvios. NOTA - Aps a introduo da gua no reservatrio, o misturador deve ser acionado e a mistura no pode ser interrompida, at perfazer o tempo total determinado nos ensaios prvios. Caso no seja possvel armazenar esse volume, deve haver sincronismo na fabricao e injeo da calda, de forma a evitar interrupes na operao de injeo.

NOTA - Dependendo das caractersticas do projeto e dos procedimentos adotados para compensar a exsudao da calda, o valor de 12 mm deve ser aumentado. Se o ponto mais baixo do cabo estiver com desnvel inferior a 2 m em relao extremidade mais baixa do cabo, a injeo pode ser efetuada por essa extremidade. NOTAS 1 Em ambos os casos as vedaes devem atingir resistncia suficiente para suportar as presses resultantes da operao de injeo.

No so admitidos materiais que contenham elementos prejudiciais ao ao de protenso. Aps a injeo do cabo, as cordoalhas deixadas salientes devem ser cortadas, procedendo-se ento a um preenchimento do nicho com concreto ou argamassa. A gua deve ser injetada atravs do tubo de injeo, posicionado conforme especificado em B.

A injeo deve prosseguir at que a gua que sai pelos respiros esteja perfeitamente limpa. NOTA - Em caso de temperatura ambiente elevada, pode ser utilizada gua com baixa temperatura no ltimo estgio de operao de lavagem.

Para isso, todos os respiros devem ser fechados e deve ser verificado se a presso de gua, igual presso de trabalho prevista na injeo de calda acrescida de 0,1 MPa, se mantm constante durante pelo menos 2 min. NOTA - Caso seja observada comunicao irreparvel entre bainhas, estas devem ser injetadas simultaneamente. Nos casos em que possa ocorrer reteno excessiva de gua entre as cordoalhas e que no haja necessidade de resfriamento das bainhas, deve ser observado um intervalo de tempo de aproximadamente 24 h para nova expulso da gua com ar comprimido.

Durante a injeo, devem ser verificadas tambm a evoluo da presso da bomba de injeo, que deve aumentar progressivamente, e o volume de calda que est sendo injetado. NOTA - Qualquer anomalia observada atravs dessas verificaes pode provir de uma fuga de calda ou de entupimento da bainha. NOTA - Para essas verificaes deve-se deixar escoar pelos respiros uma certa quantidade de calda. Este volume adicional que perdido, deve ser considerado quando da estimativa do volume a ser armazenado para a injeo.

Aps o controle da calda injetada ver B. O efeito chamin s deve ser interrompido quando houver estabilizao da presso aplicada, sendo que o volume de gua deve ser superior ao previsto, considerando-se o resultado do ensaio de exsudao; NOTA - O efeito de chamin deve ser, sempre que possvel, utilizado em ambas as extremidades.

Figura B. De forma a possibilitar essa injeo complementar, os respiros devem ser desobstrudos aps decorridos cerca de 15 min do trmino da injeo primria. A calda utilizada na injeo complementar deve apresentar as mesmas caractersticas que a calda utilizada na injeo primria.

A expanso assim obtida deve ser superior ao valor da exsudao. NOTA - A convenincia da utilizao de aditivo expansor contendo p de alumnio deve ser ponderada pelo engenheiro responsvel pela obra, atravs de consultas a especialistas e garantia dos fabricantes dos aditivos expansores do cumprimento de 4.

NOTA - Embora de configurao anloga quela da ancoragem ativa, pode ou no permitir acesso para operao de protenso e possibilitar verificao do grau de protenso e a eventual ocorrncia de deslizamentos. Transmitidas pelas ancoragens ativas e mortas. Deve o proprietrio da obra comprovar e assegurar-se da experincia e da capacidade dos engenheiros e dos tcnicos que dela participam, assim como da qualidade e da eficincia dos materiais, dos equipamentos e dos mtodos utilizados.